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São Paulo ganha do Palmeiras por 1 a 0

O São Paulo conseguiu tudo o que queria nesta quarta-feira. Foi ao Palestra Itália, venceu o Palmeiras por 1 a 0, com um golaço de Cicinho, e abriu vantagem na disputa paulista e brasileira das oitavas-de-final da Copa Libertadores. Agora, joga por um empate quarta-feira, no Morumbi, para seguir em frente na competição. O Palmeiras precisa vencer por 1 a 0 para levar a decisão da vaga para os pênaltis. Se ganhar por um gol de diferença a partir de 2 a 1, se classifica.

O jogo teve muitos dos ingredientes que compõem um clássico decisivo. Foi nervoso, disputado, “pegado”. A vontade superou a técnica a maior parte do tempo. No fim, prevaleceu a equipe mais entrosada e que teve mais força.

A principal preocupação do São Paulo no início foi marcar os jogadores criativos e mais perigosos do Palmeiras. Para isso, o técnico Paulo Autuori abriu mão de um zagueiro, Edcarlos, e escalou Renan com a missão de grudar em Marcinho. Josué pegou Juninho (também saiu para o jogo) e Lugano, ajudado por Fabão, dependendo do posicionamento, colava em Washington.

Mesmo assim, o Palmeiras começou melhor, pois Marcinho caía pela esquerda e contava com o apoio de Lúcio para fazer boas jogadas. Outra arma do Palmeiras era a rapidez. O São Paulo tinha dificuldade, pois, obrigado a marcar, Cicinho se complica. Quase não apoiou, assim como Júnior pelo lado esquerdo. Danilo também pouco fazia no meio-campo e sobrava para Mineiro tentar fazer as vezes de armador.

As jogadas do São Paulo, a rigor, não passavam pelo meio-campo. As bolas, paradas ou não, iam direto da defesa para o ataque. E foi assim que o time do Morumbi criou a maioria das jogadas de gol da etapa, ajudado pelas várias falhas (individuais e de posicionamento) do sistema defensivo. Mas a principal oportunidade, quando Marcos fez duas grandes defesas seguidas em chutes de Cicinho – soltou-se mais a partir dos 30 minutos – e Grafite, ocorreu após um erro de passe de Marcinho Guerreiro.

O Palmeiras, que nas vezes em que conseguiu fazer jogadas em velocidade, também colocou os defensores do São Paulo em dificuldade, teve seu melhor momento aos 21 minutos, quando Juninho fez bom passe para Marcinho, que penetrou livre pelo meio (Renan chegou atrasado) e chutou. Rogério defendeu.

A etapa final começou com o São Paulo um pouco mais disposto. Mas o Palmeiras logo conseguiu equilibrar. Então, Cicinho desequilibrou, num lance em que a competência teve a sorte como aliada. Aos 14 minutos, ele recebeu a bola, “fechou” para o meio e, da intermediária, mesmo marcado por Lúcio, soltou a bomba com o pé esquerdo A bola foi certeira, no ângulo esquerdo de Marcos, que nada pôde fazer. Na comemoração, ele homenageou um amigo da cidade de Guariba, Zé Eduardo.

Bonamigo mudou o time, passou a jogar com dois atacantes (Osmar entrou), o Palmeiras fez alguma pressão, mas aí faltou um maior entrosamento. O São Paulo, mais bem posicionado, passou a preocupar-se mais em segurar o resultado. E levou a vantagem para a partida de volta.

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Gazeta Admininstrator
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