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Para o Presidente do Conselho de Ética do Senado não haverá um final com pizza.

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto (PMDB-MA), disse que não vai haver “pizza” no órgão, no caso do processo contra os senadores Ney Suassuna (PMDB-PB), Magno Malta (PL-ES) e Serys Slhessarenko (PT-MT), citados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas por envolvimento na compra superfaturada de ambulâncias com recursos públicos. “Apuro com rigor e esse negócio de pizza não existe”, disse.

Ao ser questionado sobre abertura de processo contra os citados, ele disse que aguarda a defesa dos senadores até terça-feira(22) para então definir se abrirá processo e designar relatores. João Alberto explicou que os relatores não deverão ser do mesmo partido dos investigados e terão 30 dias para apresentar resultado dos trabalhos.

O senador disse ainda que não se sente constrangido em estar a frente do órgão que poderá investigar Suassuna, ex-líder de seu partido. “Se o líder errou, não é líder. Tem que ser julgado como todos outros”, observou. João Alberto informou que vai ler o depoimento de Luiz Antônio Vedoim para verficar se há provas “robustas” contra os senadores citados pelo empresário.

Agência Brasil

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