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No Canadá, Montreal se declara “cidade-santuário” para imigrantes

Policiais recebem uma mulher e seu filho na fronteira entre Canadá e EUA. Foto: Reuters

O reflexo das políticas imigratórias do presidente Donald Trump começa a ser percebido diretamente nos países vizinhos da maior potência mundial. Além do México, que protagoniza o embate sobre a construção do muro na fronteira com os EUA, o Canadá também já sente na pele a repercussão da nova postura norte-americana sobre indocumentados.

Na última segunda-feira, 20, por exemplo, a polícia canadense aumentou a presença na fronteira de Quebec. Além disso, autoridades do país criaram um centro temporário de refugiados para processar o número crescente de pessoas em busca de asilo depois de deixar os Estados Unidos.

Para se ter uma ideia, segundo informou a Reuters, o número de pessoas entrando com pedido por status de refugiado nos pontos de cruzamento da fronteira entre Quebec e os EUA mais do que dobrou entre 2015 e o ano passado. No último mês, exatas 452 pessoas solicitaram asilo, segundo a agência, quando em janeiro de 2016 esse número foi de apenas 137.

Um espaço sem uso foi transformado num centro de processamento de refugiados. A Agência de Serviços de Fronteira do Canadá e a Polícia Real Canadense estão redistribuindo equipesde outras localidades para dar conta da demanda crescente e ininterrupta.

Os refugiados são interrogados em Lacolle, em Quebec, o maior e mais movimentado ponto de cruzamento da fronteira. Policiais os identificam para garantir que não representam uma ameaça e nem levam contrabando.

Também na segunda-feira, Montreal decidiu se declarar uma “cidade santuário”, se juntando a Hamilton e Toronto na lista de cidades que protegem imigrantes ilegais e refugiados, fornecendo serviços para os indocumentados que conseguem atravessar a fronteira.

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