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EUA temem que aves da América Latina transmitam gripe aviária mortal

Pássaros migratórios da América Latina, e não do nordeste da Ásia ou do Alasca, são o meio mais provável de a gripe aviária mortal chegar aos Estados Unidos, disseram pesquisadores norte-americanos.

A descoberta, publicada no jornal Proceeding, da Academia Nscional de Ciências, indica que o governo dos EUA poderia não se dar conta da chegada do vírus H5N1 porque os biólogos estão olhando para a direção errada.

A vigilância nos Estados Unidos tem concentrado a atenção nos pássaros migratórios provenientes da Ásia e do Alasca, onde pesquisadores, neste ano, colheram centenas de milhares de amostras de pássaros selvagens que fazem seu ninho na tundra gelada antes de se dirigirem para o sul.

Esses pássaros representam risco muito menor que os pássaros migratórios que vêm da América do Sul e passam por América Central e México, onde os controles sobre frango importado não são tão estritos quanto nos Estados Unidos.

No conjunto, os países ao sul dos Estados Unidos importam centenas de milhares de galinhas anualmente de países onde a gripe aviária já apareceu em pássaros migratórios ou aves domésticas, disse A. Marm Kilpatrick, chefe do estudo.

“O risco é maior, atualmente, em relação ao comércio de frango para os Estados Unidos que aos pássaros migratórios”, disse Kilpatrick, do Consortium for Conservation Medicine em Nova York.

Se a gripe aviária chegar ao México ou a algum lugar mais ao sul, será apenas uma questão de tempo antes que um pássaro migratório leve o vírus para os Estados Unidos, disse Kilpatrick. As informações são da Dow Jones.

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