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Críticas pesadas dão o tom dos jornais brasileiros

No dia seguinte a eliminação do Brasil da Copa do Mundo da FIFA 2006, os jornais brasileiros estamparam os mais variados adjetivos em suas manchetes para refletir o desapontamento com a seleção brasileira.

O maior jornal do país, a Folha de São Paulo, ressaltou a repetição de frustrações frente a equipe francesa: “França, de novo, elimina o Brasil” foi o título. E o jornal completou: “Parreira mexeu na equipe, que, apática, assistiu a show de Zidane. Técnico diz que não se preparou para a derrota”.

Na mesma linha, o Correio Braziliense estampou simplesmente o seguinte título: “De novo!” e elegeu Luis Felipe Scolari como o salvador da honra nacional: “Agora, Felipão é o Brasil na Copa”.

O Globo deu “França liquida Brasil” e também ressalta a presença do treinador campeão do mundo no comando de uma das semifinalistas: “Com atuação medíocre, seleção é eliminada da Copa; agora só nos resta Felipão”.

“Decepção” foi o título do Jornal da Tarde, de São Paulo, enquanto o Estado de São Paulo sentenciou: “Um time para esquecer”, chamando a apresentação diante da França de “lamentável” e ressaltando o brilho de Zinédine Zidane.

Desforra Argentina

Na Argentina, a eliminção brasileira serviu de consolo para os portenhos que também haviam se despedido, um dia antes e foi manchete de jornais.

O Olé criticou: “Uma vergonha. Um papelão histórico. Os brasileiros acreditavam que eram os melhores do mundo antes de jogar e já estavam preparados para colocar a sexta estrela em sua camisa”.

“O Brasil também se vai: a França deu a passagem de volta”, ressaltou o Clarín, ao noticiar o fracasso da equipe de Carlos Alberto Parreira.

“Chora Brasil”, destacou o Diario Popular, enquanto o La Nación disse que o país ofuscou o brilho de sua glória passada (2002).

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Gazeta Admininstrator
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