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Condenada a 39 anos de prisão, Suzane Richthofen pede pra ser missionária evangélica

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Suzane foi presa em 2002, acusada de planejar a morte dos pais. Foto: André Vieira/Marie Claire.

Suzane Von Richthofen, condenada em 2002 a 39 anos de prisão pela morte dos pais, pretende se tornar missionária evangélica.

Com a ajuda do noivo, Rogério Olberg, Suzane passou a frequentar a Igreja do Evangelho Quadrangular de Itapetininga (SP), onde revelou ter o desejo de contar o testemunho de sua mudança pelas igrejas do Brasil.

O pastor Euclides Vieira foi procurado pela detenta e seu noivo para realizar o sonho. Para Vieira, ela merece ter uma segunda chance e se tiver o direito da saída temporária do Dia dos Pais, no dia 13 de agosto, ela pode ter a primeira experiência para relatar seu ‘testemunho’ em uma casa de recuperação da região.

Porém, para ser missionária evangélica há um processo para que ela seja oficializada pela igreja. “É necessário fazer um curso teológico por três anos, depois passar por entrevistas e ter indicação de um pastor. Ao longo desse período vou acompanhando e vendo realmente se ela mudou, se está pronta. Se tudo estiver certo, não vejo motivo para ela não ser. Eu creio no amor e poder do evangelho. Só falei para ela e o noivo que precisam se preparar para a rejeição e serem fortes”, afirmou ao G1.

O Conselho Nacional de Diretores da Igreja Quadrangular, em São Paulo, confirmou a possibilidade de Suzane ser missionária. Porém, ressaltou que é necessário a detenta passar pelo processo, e, caso seja aprovada em todas as etapas, Suzane poderá ser apresentada como missionária em uma convenção nacional.

Presa desde 2002 em Tremembé, no interior de São Paulo, Suzanepediu à Justiça para ir ao regime aberto e cumprir a pena em liberdade.Não há prazo para julgamento do pedido, feito pela defesa dela no início deste mês.

Suzane passou a cumprir pena em outubro de 2015 no regime semiaberto.Nele, ela já tem direito às saídas temporárias. Se for para o regime aberto, ela poderá deixar a prisão para viver em liberdade desde que tenha endereço fixo, trabalho e compareça em datas determinadas pela Justiça na Vara de Execuções Criminais (VEC).

Com informações do G1.

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