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Cenários paradisíacos e tradições indígenas da tribo Kadiwéu

Se depender dos cenários, “Alma gêmea” terá ibope garantido. A próxima novela das seis que substitui “Como uma onda” foi gravada em lugares de incontestável beleza natural: Carrancas (MG), Bonito (MS) e Camorim (RJ).

– Antes iríamos gravar apenas em Bonito, mas produzir tudo lá seria algo inviável. Em alguns locais, a equipe tinha que fazer até rapel para captar determinadas imagens, dá para acreditar? – explica o diretor de núcleo da trama, Jorge Fernando.

Sobre a cultura indígena, o autor Walcyr Carrasco diz ter se inspirado em diferentes etnias. Mas a que mais chamou atenção foi a tribo Kadiwéu, que vive no Mato Grosso.

– Sempre tive vontade de falar da cultura indígena e o que mais me chamou atenção nesta tribo foi a forma com que eles fazem rituais e se pintam. São desenhos maravilhosos e com uma geometria fantástica, é mesmo impressionante – diz o autor, explicando o porquê de ter escolhido a temática indígena como forma de abordar uma história de amor.- Há muito tempo tenho vontade de fazer uma novela sobre amor e reencarnação. Os índios acreditam que temos várias vidas. Quem melhor para retratar isso do que eles? Por isso optei por uma índia mestiça – avalia Carrasco.

Curiosidade: os Kadiwéu pertencem a última tribo dos Mbayá Guaicuru, povo seminômade que habitava a região da Bacia do Rio Paraguai. Os Kadiwéu encontram-se, hoje, quase totalmente concentrados na reserva doada por Dom Pedro II ao seu povo pela participação ao lado dos militares na Guerra do Paraguai .

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Gazeta Admininstrator
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