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Campeões seguem em frente.

Resumo do dia: As vagas para as quartas-de-final na Copa do Mundo da FIFA Alemanha 2006 já estão preenchidas. Serão seis seleções européias e dois gigantes sul-americanos. Todos os oito grupos estão representados – seis primeiros e dois segundos colocados nos respectivos grupos.

Hoje, o Brasil, atual campeão do mundo, e a França, campeã do mundo em 1998, conquistaram as vagas para a disputa das quartas-de-final.

O confronto entre as duas seleções será no sábado, em Frankfurt.

Antes, o mundo do futebol faz uma pausa para respirar, depois de 19 dias intensos e fascinantes. O que vem pela frente reserva grandes surpresas.

O Brasil passou às quartas-de-final ao eliminar a seleção de Gana, última representante africana na competição, com uma vitória de 3 a 0, em Dortmund. Para um time que, aparentemente, ainda busca a forma plena, os brasileiros estão caminhando bem e marcaram tantos gols (dez) quanto qualquer um dos outros times cujas esperanças continuam intactas.

Um dos três gols do Brasil, em Dortmund, veio dos pés de Ronaldo, colocando-o na frente como o maior artilheiro de todos os tempos da competição, com 15 gols, um a mais do que o grande Gerd Muller.

Na última partida das oitavas-de-final, a França, outro time que atraiu críticas indevidas por suas primeiras apresentações, venceu a Espanha, ao superar o susto de sofrer um pênalti e virar o placar, marcando três gols.

Foi futebol eliminatório da melhor qualidade, quando um passo em falso poderia destruir os sonhos por mais quatro anos. O ritmo foi uma característica forte da noite, além da malícia de Xabi Alonso e de Zinedine Zidane, que entra em campo sabendo que cada partida agora pode ser a última. Porém, em Hanover, ele teve a palavra final, levando os Bleus à vitória.

Quando Zizou sair, haverá novos nomes para disputar nossa atenção, jovens com o talento e o ritmo para se manterem no topo pelo mesmo tempo que a geração anterior. Na vanguarda dos novos nomes, estão os velozes Frank Ribery e Fernando Torres, dois talentos abençoados com a liberdade e a expressão da juventude.

O gol do dia

Frank Ribery – veloz e controlado

Ribery poderia ter sido sacrificado com o retorno de Zidane, depois da suspensão, mas o técnico Raymond Domenech ficou impressionado, ao lado de milhões de outras pessoas, quando seu jovem mosqueteiro não demonstrou timidez nas duas tentativas incríveis no gol, contra o Togo, na partida que garantiu a classificação da França, depois de dois empates pouco convincentes.

Assim, o técnico se manteve fiel e foi recompensado com um belo gol de empate, depois que a cobrança de pênalti indefensável, de David Villa, colocou a Espanha na frente. Patrick Vieira botou a bola na frente e Ribery demonstrou ritmo perfeito ao pressionar o goleiro Iker Casillas e marcar.

O jogador do dia

Patrick Vieira – um gol, uma assistência e muita dedicação

O gol foi exatamente a reação que a França precisava, antes do intervalo, depois de ficar em desvantagem com a penalidade máxima marcada em conseqüência da entrada de Lilian Thuram em Pablo. Os franceses prometeram que melhorariam à medida que ficassem mais tempo na Alemanha, e essa foi sua melhor apresentação até agora, explodindo em alegria, novamente, com a cabeçada de Patrick Vieira, posicionado perto do segundo pau, que acertou Sergio Ramos a caminho do gol a sete minutos do final da partida.

O tiro de misericórdia veio de Zidane, nos acréscimos. Assim, a Espanha, a mais comentada na Alemanha depois da fase de grupos, saiu, encerrando a longa seqüência de jogos invictos sob o comando de Luis Aragones.

Muitos torciam para que Gana causasse uma surpresa em nome do futebol africano e fizesse o Brasil passar por um teste real.

A teoria era que sua força e agressividade poderiam dificultar a vida dos artistas da Seleção. Mas o argumento ignorou o fato de que Michael Essien não jogaria, em conseqüência de dois cartões amarelos. Sem ele, o time estreante na competição perdeu grande parte do ímpeto e da força.

O momento do dia

Ronaldo chega aos 15 gols e marca novo recorde

Também não ajudou o fato de o Brasil sair na frente, aos 5 minutos de jogo, quando Kaká convidou Ronaldo a deixar para trás uma zaga estática e rígida. Um drible perturbou o goleiro, e o Brasil abriu o placar, enquanto Ronaldo garantia um lugar na história.

Gana criou oportunidades, mas a sorte de Dida foi grande: as finalizações foram para fora ou acertaram o goleiro em cheio.

De uma cobrança de escanteio, John Mensah subiu para cabecear, mas a bola bateu na chuteira do goleiro.

O técnico de Gana, Ratomir Dujkovic, chegou a declarar que seu time poderia causar uma surpresa, porque o adversário não era tão forte como antes, mas não foi desta vez. Os sul-americanos ainda precisam ser realmente testados neste torneio, e a única coisa que podemos fazer é imaginar o que os brasileiros ainda serão capazes de mostrar em campo quando a situação esquentar para valer.

A disputa praticamente acabou no final do primeiro tempo, quando Adriano marcou 2 a 0 para o Brasil. O terceiro gol foi de Zé Roberto, que também recebeu o prêmio de Jogador da Partida Budweiser.

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Gazeta Admininstrator
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