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Brasil: Produção industrial cresceu 1,6% em maio, revela IBGE.

A produção industrial em maio cresceu 1,6% em relação ao mês anterior. Esta foi a maior alta desde dezembro do ano passado (2,5%). Na comparação com o mesmo mês de 2005, a elevação foi de 4,8%. No ano, a produção do setor acumula 3,3% e, nos 12 meses fechados em maio, o crescimento foi de 2,6%, o mesmo da anualização de abril.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil, divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho favorável na comparação com maio de 2005, segundo o IBGE, foi garantido pela expansão de 23 das 27 atividades pesquisadas. O instituto lembrou, ainda, que houve um dia útil a mais em maio deste ano, o que contribuiu o resultado maior.

As indústrias com maior influência foram as de veículos automotores (9,4%), com destaque para automóveis e peças e acessórios para o sistema de motor; de alimentos (6,5%), principalmente o açúcar cristal; de máquinas para escritório e equipamentos de informática (49,3%), com grande influência de computadores e monitores; e a extrativa (6,7%), destacando-se minérios de ferro e petróleo.

Das quatro atividades em queda, a que mais afetou o índice global foi material eletrônico e equipamentos de comunicações (-8,0%), com destaque para o recuo na produção de telefones celulares.

Entre as categorias de uso, a taxa mais elevada, na comparação com maio de 2005, foi a de bens de consumo duráveis (8,1%), apoiado no aumento da produção de automóveis (14,2%) e eletrodomésticos (13,5%). A produção de bens de capital (máquinas e insumos) superou em 5,9% a de maio do ano passado, e bens de consumo semi e não duráveis (alimentos, bebidas e remédios) cresceu 4,9%. A produção de bens intermediários (insumos para a indústria) teve elevação de 4,0%. Houve queda na produção de máquinas e equipamentos agrícolas (-8,8%) e máquinas e equipamentos para fins industriais (-0,8%).

No confronto com abril deste ano, o aumento do ritmo de produção em maio foi verificado em 13 das 23 atividades pesquisadas pelo IBGE. Os destaques positivos ficaram por conta de veículos automotores (6,2%), alimentos (2,5%) e máquinas (3,1%). As pressões negativas mais importantes vieram de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-7,9%).

Entre as categorias de uso, o setor de bens intermediários sustentou o crescimento da produção industrial, com alta de 1,9%. O item bens de capital também avançou 1,8% frente a abril e a produção de bens de consumo semi e não duráveis registrou variação de 0,4%. Houve queda de 0,3% em bens de consumo duráveis.

Agência Brasil

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Gazeta Admininstrator
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