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Brasil é o décimo país que mais envia estudantes para os EUA

O Brasil ocupa o décimo lugar entre os países que mais enviam estudantes para os Estados Unidos. O número total de estudantes estrangeiros nos EUA aumentou 3% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 1,08 milhão de alunos no ano letivo 2016-2017.

Os dados são dorelatórioOpen Doors 2017sobre intercâmbios internacionais educacionais, divulgado na última semana pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e o Bureau de Assuntos Educacionais e Culturais (ECA) do Departamento de Estado.

O embaixador P. Michael McKinley ressaltou a importância dos estudos internacionais para a Missão dos EUA no Brasil – “A mobilidade estudantil entre o Brasil e os EUA é uma de nossas principais prioridades. Estamos trabalhando com diversas instituições parceiras para dar continuidade às já excelentes iniciativas educacionais bilaterais e até lançar algumas novas nos próximos meses”.

Embora o Brasil tenha ficado em décimo lugar entre os países que mais enviam estudantes para os EUA, o número de estudantes caiu para 13.089 devido ao fim do Programa Ciência Sem Fronteiras. O número de estudantes americanos no exterior aumentou 3,8%, atingindo o recorde de 325.339 no ano letivo 2015-2016, e o Brasil é o décimo quarto destino desses intercambistas. Os brasileiros matriculados no programa de Treinamento Prático Opcional (Optional Practical Training–OPT) nos EUA foram responsáveis por um aumento considerável de 27,8%, com muitos estudantes concluindo seus cursos em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).

Os principais locais de origem dos estudantes estrangeiros nos EUA foram China, Índia, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Canadá, Vietnã, Taiwan, Japão, México e Brasil. Os estados que mais receberam estudantes foram Califórnia, Nova York, Texas, Massachusetts, Illinois, Pensilvânia, Flórida, Ohio, Michigan e Indiana.

Queda em intercâmbios

O relatórioOpen Doors 2017indica que os aumentos modestos nos números de estudantes estrangeiros cursando programas de graduação e pós-graduação nos EUA foram amplamente compensados por uma queda de 14% no número de matrículas em cursos que não oferecem titulação, inclusive intercâmbios curtos e cursos de inglês intensivos. Vinte e cinco por cento de todos os alunos que estudaram no exterior formaram-se nas áreas Stem, seguidas por Negócios, Ciências Sociais, Língua Estrangeira e Estudos Internacionais, Belas-Artes e Artes Aplicadas. Entre os brasileiros, 48,2% dos 13.089 estudantes nos EUA cursaram programas de graduação, 30,4%, programas de pós-graduação, 8,5%, programas sem titulação e 12,9%, programas OPT.

Como estudar nos EUA

De 13 a 17 de novembro foi comemorada a Semana Internacional da Educação em todo o mundo, com várias iniciativas e oportunidades como a abertura oficial doOpportunity Funds program(Programa Oportunidades Acadêmicas) e o EducationUSA com uma feira virtual de faculdades, a “Virtual College Fair”, onde os estudantes brasileiros puderam conhecer melhor as possibilidades de estudo nos EUA.

Para mais informações, consulte o sitehttp://EducationUSA.org.br;; oportunidades de bolsas de estudos:http://fulbright.org.bre o site da embaixada:http://br.usembassy.gov.

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