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EUA confirmam 1° caso de morte e Brasil tem 2° caso confirmado de infecção por coronavírus

Paciente com coronavirus em Hong Kong. Imagem: Reuters.

Os Estados Unidos anunciaram no sábado, 29, a primeira morte decorrente do coronavírus. No mesmo dia, o Brasil confirmou o segundo caso de pessoa infectada em São Paulo. No mundo, segundo a OMS, o número de casos do novo coronavírus subiu para mais de 85,4 mil. A doença já foi registrada em 53 países.

Nos EUA, a vítima é uma mulher que estava internada em um hospital no Condado de King, próximo à cidade de Seattle, no estado de Washington — onde também foi registrado o primeiro caso da doença no país (um homem vindo da China). Em pronunciamento oficial, o presidente Donald Trump se referiu a ela como “paciente de alto risco perto dos 60 anos”.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, o paciente é um homem de 32 anos que chegou na quinta-feira, 27, de Milão, na Itália — país com maior número de casos fora da Ásia. Ele está em isolamento domiciliar com a mulher — que não apresenta sintomas.

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Trump informou que já são 22 pessoas que foram infectadas com o coronavírus no país — 15 delas estão se recuperando em casa. “Se você está saudável, você vai atravessar o processo da doença e ficará bem”, afirmou o presidente.

Segundo as autoridades brasileiras, mesmo com a confirmação do segundo caso, não há “mudanças no cenário nacional”: ainda não existem evidências de que o novo coronavírus esteja circulando em território brasileiro.

Segundo último balanço do Ministério da Saúde, até este sábado havia 207 casos suspeitos do novo coronavírus e 79 descartados em todo o Brasil.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, há mais de 60 pessoas infectadas com o vírus nos Estados Unidos, na maioria passageiros do cruzeiro Diamond Princess, que ficou em quarentena em um porto do Japão.

Trump disse que vai se reunir com a indústria farmacêutica na segunda-feira para discutir o desenvolvimento de vacina para o coronavírus. Apesar do quadro, Trump garantiu que os Estados Unidos têm estrutura para lidar com a doença. “Gostaria de pedir para que a mídia e os políticos tenham cuidado para que não façam nada que possa incitar pânico”, disse. “Nós começamos a agir muito cedo e essa decisão foi capaz de salvar vidas”.

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Tanto Donald Trump quanto o seu vice, Mike Pence, líder da força tarefa de combate ao coronavírus no país, disseram que 23 milhões de máscaras estão disponíveis nos Estado Unidos. A prioridade é para os infectados e, logo em seguida, estão os profissionais da área da saúde.

Restrição ao Irã, Itália e Coreia do Sul

Também no sábado, Trump anunciou novas restrições envolvendo Irã, Itália e Coreia do Sul, em adição às que já vigoravam para a China. Os americanos estão sendo orientados a não viajar para as áreas mais afetadas pelo vírus na Itália e na Coreia do Sul.

Autoridades dos Estados Unidos disseram neste sábado que as restrições aos viajantes do Irã seriam expandidas para incluir cidadãos estrangeiros que visitaram o país nos últimos 14 dias como parte de um esforço para reduzir a propagação do coronavírus nos EUA. Com informações do G1 e Reuters.

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