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Atirador deixa mortos e feridos na High School em Parkland

Nicolas de Jesus Cruz. Foto: instagram.

*Atualizada às 9:37pm de 02\14\2018.

O atirador, um ex-aluno da escola, fez várias vítimas na Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, sul do estado, na tarde de quarta-feira, 14. Até o momento, ao menos 17 pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas, de acordo com o xerife de Broward , Israel Scott.

O Broward Sheriff Office confirmou as 17 mortes sendo 12 dentro da escola, duas do lado de fora do prédio, uma na Pine Island Rd e duas no hospital. O número de vítimas pode subir porque ainda há vítimas em estado grave nos hospitais.

De acordo com a polícia, o ex-aluno Nicolas de Jesus Cruz, 19 anos, foi levado sob custódia sem ferimentos. Vestido com uma camisa marrom e calça escura, ele foi capturado já fora da escola, colocado no carro da polícia e levado para o Broward Health North, mas não estava ferido.

A Força-Tarefa Conjunta do Terrorismo liderada pelo FBI, composta por agentes locais, estaduais e federais, enviou um esquadrão para a escola para ajudar os oficiais do xerife de Broward e outros policiais.

Um professor da escola disse ao Miami Herald que Cruz, de 19 anos, tinha sido identificado como uma ameaça potencial para outros estudantes no passado e estava proibido de entrar na escola portando mochila.

Robert Runcie, superintendente da Broward Schools, disse que “o ataque aterrorizante é o mais recente da turbulenta história da América com armas”, mas ainda não há confirmação oficial da polícia.

Muitas vítimas foram transportadas para a Broward Health North, e outras quatro foram levadas ao Centro Médico Broward.

De acordo com relato policial, por volta das 2:30pm, um alarme de incêndio foi disparado, depois os tiros começaram, disse um aluno à CBS News.

Logo após a notícia do tiroteio, o brasileiro Eduardo Cassiano foi buscar a filha que estuda na Middle School, vizinha à High School onde aconteceu o tiroteio, e relatou que dava pra ver dezenas de carros de polícia, corpo de bombeiros e do FBI que ocuparam e fecharam várias ruas próximas à escola. Eduardo disse que a escola da filha também foi fechada por precaução.

Houve pelo menos 17 outros tiroteios em escolas nos EUA em 2018, com base em dados da Everytown for Gun Safety, um grupo que defende o controle de armas nos Estados Unidos.

A polícia e autoridades locais continuam investigando e não foi divulgada ainda qual seria a motivação do crime.

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