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Um terço de moradores de aldeia portuguesa morreram em incêndio

Bombeiros tentam controlar as chamas do maior incêndio de Portugal. Foto: REUTERS/Rafael Marchante

O incêndio que devastou várias cidades na região central de Portugal desde o último sábado, 17, matou um terço dos moradores da pequena aldeia de Nodeirinho, na região central mais afetada de Pedrogão Grande. Ao menos 11 dos 30 habitantes foram mortos pelas chamas que consumiram a floresta que cerca a aldeia, além dos cultivos de oliveiras.

Os bombeiros já controlaram 95% do incêndio, o mais fatal da história de Portugal, que deixou ao menos 64 mortos. Agora, eles lutam para extinguir os 5% restantes, que “tem um grande potencial de risco”.

“Quase 95% do incêndio está sob controle”, ou seja, contido, mas não apagado, explicou à imprensa o comandante regional de Proteção Civil de Portugal, Vitor Vaz Pinto. “É um grande avanço”, disse, antes de afirmar que estava otimista com o controle da situação.

Susana da Costa, uma faxineira que mora em Luxemburgo, normalmente retorna a Nodeirinho para passar as férias com a família. Na manhã de segunda-feira, 19, ela retornou não para descansar, mas para ver como estava sua casa, mas não teve coragem de ver se ela estava mesmo em ruínas. A avó de seu marido foi uma das vítimas da aldeia. “Um dia você tem tudo o que ama aqui. No outro, não encontra mais nada do que deixou”, disse Susana, enxugando as lágrimas.

O trabalho de identificação das 64 vítimas continua, mas muitos não foi possível ainda identificar por estarem carbonizados em grau avançado. Em resposta, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou para que se concentrem os esforços em combater o fogo, em vez de discutir as suas causas e possíveis responsabilidades.

Com informações da Reuters.

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