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Um ano sem Carla Vicentini

Por Orlando Kessler

Na quinta-feira (8) fez exatamente um ano, desde que desapareceu a jovem paranaense, de Goioerê, Carla Vicentini.

Já falamos o suficiente sobre o caso, já formulamos todas as questões possíveis e imagináveis, mas até agora, nenhuma pista foi dada sobre por onde teria andado esta jovem e sonhadora garota, que vindo com o sonho de aprender a viver, falar bem inglês e criar uma nova esperança em sua vida, simplesmente desapareceu, sem deixar nenhuma pista de onde foi parar.
As pessoas não querem emitir opinião, mas durante estes 12 meses, já ouvimos tudo o que podíamos ouvir, lemos histórias fascinantes, previsões de videntes e até o depoimento de um conhecido parapsicólogo brasileiro que deu até detalhes do que teria acontecido com esta jovem.
Lemos também, que o policial brasileiro Saramago, fez uma verificação em um porão de um restaurante de uma suspeita pessoa que vive no eixo-Newark- Campo Mourão e que, segundo soubemos, seria a pessoa que poderia desvendar o mistério.
A mãe de Carla esteve aqui, tentou conversar com quem poderia falar, manteve contato com policiais, pessoas do FBI, ouviu gente, conheceu o local onde esteve sua filha pela última vez que foi vista, no Adega Grill da Ferry Street, mas nada de concreto até agora.

A familia continua com esperança
Seguidas vezes, mantivemos contato com os pais de Carla, existe uma profunda tristeza, uma amargura sem fim, mas ainda uma esperança de que Carla esteja viva. Não há dia que eles não esperem uma noticia de que a filha reapareça. Imaginem o sofrimento desta família. Carla tem mais duas irmãs e elas também vivem nesta angústia incrível. Quando souberem o destino da moça, ao menos se tranqüilizarão. É terrível o que sentem. Falamos com o pai de Carla, Sr.Orlando Vicentini, que não acredita em videntes. Ele só tem uma esperança: Deus.

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