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Tribunal dos EUA condena 11º acusado de pagar por sexo com menores

Um tribunal de Miami condenou nesta segunda-feira a cinco anos de prisão o último acusado de um grupo de 11 pessoas, incluindo uma mulher, que pagaram milhares de dólares a uma agência de viagens fictícia para ter relações sexuais com menores na Costa Rica, informou a Procuradoria.

As 11 pessoas foram detidas entre 2003 e 2004, a maioria quando embarcava para a Costa Rica após pagar por uma excursão que incluía serviços sexuais com menores costa-riquenhos, segundo os documentos judiciais.

Os acertos foram feitos por intermédio de uma agência de viagens fictícia com sede nos Estados Unidos, que na realidade era operada por agentes federais.

De acordo com a Procuradoria, sete detidos se declararam culpados e quatro foram a julgamento e foram considerados culpados.

George Clarke, um professor de ciências e matemática de 43 anos residente em Nova Jersey, foi o último do grupo a ser condenado nesta quinta-feira.

Clarke foi preso no aeroporto de Miami em 2004, quando pegaria um avião para a Costa Rica, após pagar 1.610 dólares para ter relações sexuais com duas adolescentes de 12 anos.

Um dos casos mais notáveis é o de um casal da Carolina do Sul, Thomas Taylor, de 52 anos, e sua mulher Christine, de 42, detido quando estava prestes a viajar em um cruzeiro para este país centro-americano, após pagar pelos favores sexuais de duas garotas de 16. O casal se declarou culpado em abril do ano passado.

Glenn Koenemann, de 56 anos e morador da Flórida, também foi detido, quando abordava um avião depois de pagar 425 dólares por uma menina de 14 anos e solicitar outra de 16, alegando que precisava de “uma garota maior para acompanhá-lo na praia sem chamar atenção”, acrescentou a Procuradoria. Koenemann também se declarou culpado.

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Gazeta Admininstrator
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