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Teste o seu nível à desordem

A organização, ou desorganização é, para muitos casais, motivo de desentendimentos. Acostumar-se a ter uma casa organizada, para muita gente, parece um sacrifício. Mas o mais complicado de tudo, é quando o desorganizado, ou a desorganizada, não se dá conta de que é.

O padrão de arrumação muda conforme o estilo de vida de cada um, diz Cynthia Townley Ewer, autora de “Acabe com a Bagunça”, editado pela Publifolha. Teste o seu nível de tolerância à desordem.

1 – Há contas a serem pagas mensalmente. Como você lida com essa tarefa?

A – Empurro a xícara e o pratinho do café-da-manhã, separo as contas e faço os cheques (e não me importo se eles ganharem alguns respingos).
B – Ligo a TV, pego uma prancheta e abro os envelopes durante os comerciais. É um bom exercício levantar para procurar as contas.
C – Reúno as contas de forma organizada na escrivaninha, pego a calculadora e arrumo as canetas no porta-lápis antes de começar.

2 – Hora de dormir. Qual é a sua rotina?
A – Tiro o gato do travesseiro, empurro para baixo da cama alguns lenços de papel amassados e me deito no meio das revistas, afinal foi um dia cansativo.
B – Sacudo os lençóis (foi uma manhã ata-refada), ajeito o travesseiro e afasto algumas coisas para achar o lugar do copo d’água no criado-mudo
C – Tiro a colcha e me aborreço um pouco com o amassado que apareceu na fronha durante o dia. Arrumo organizadamente no criado-mudo, meu copo d’água, um livro, óculos de leitura e lanterna para emergências.

3 – Vá até a porta da rua. Com base no que vê (decorações, sapatos e roupas), em que época do ano você está?

A – Natal. Na realidade, no Natal de dois anos atrás, se quer saber. Acho que seria maravilhoso se todo dia fosse Natal. Também vejo uns enfeites de carnaval ali no canto, ao lado dos pés-de-pato da viagem ao litoral que fizemos no fim de semana passado.
B – Puxa vida, eu estava mesmo para tirar o cartaz da festa de aniversário da Estela, que foi no mês passado. Acho que vou fazer isso agora mesmo. Obrigado por ter lembrado.
C – A não ser nas festas de fim de ano, não vejo sentido em enfeitar a porta da rua. E, mesmo assim, acho que uma grinalda de sempre-vivas já é mais do que o suficiente, não é?

4 – A primeira coisa que você gosta de fazer toda manhã é ler o jornal. E como fica a mesa do café depois?

A – Mesa? Que mesa? Eu leio os jornais quando acho hora… Imagino que o suplemento ainda está no banheiro. E, da última vez que vi, as crianças tinham deixado os quadrinhos na sala da televisão.
B – Reconheço que largo o jornal numa pilha na mesa e fico esperando que as fadinhas venham catá-lo para pôr no lixo reciclável.
C – Leio os jornais do começo ao fim. Quando termino, dobro-o de novo na ordem para o próximo leitor. Não é o que todo mundo faz?

RESULTADO

Se você respondeu mais A, parabéns! Você tem uma natural tolerância para a bagunça do dia-a-dia. Consegue fazer tudo o que é preciso, mesmo nos ambientes mais desorganizados. E até admite que a vida melhoraria se não perdesse tanto tempo procurando coisas perdidas.

Se você respondeu mais B, está no meio-termo.
Tolera um pouco de bagunça em sua vida, mas toma providências efetivas para manter baixo o nível de desordem. Já que se sente estressado quando a vida fica meio caótica, concentre-se nas rotinas diárias que ponham a vida nos trilhos.

Se você respondeu mais C, por que está lendo tudo isso?
Você tem um nível de tolerância baixíssimo para a bagunça visível. Sabe que a vida flui com mais tranqüilidade – e você fica mais satisfeito – quando mantém as coisas sob controle e a desordem a distância.

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Gazeta Admininstrator
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