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Soldados latinos se tornam cidadão norte-americanos.

Washington – O presidente George W. Bush assistiu nesta segunda-feira(24) cerimônia de entrega da cidadania a três soldados de origem latino-americana, um dominicano e dois mexicanos, e pediu que se tome os exemplos desses militares como indício de que os imigrantes desejam contribuir para o futuro dos EUA.

“No momento em que a nação debate o futuro de nossa política de imigração, devemos recordar a contribuição destes bons homens e de todos os que queiram contribuir para o futuro deste país”, disse Bush na cerimônia realizada no hospital Walter Reed, no centro médico do Exército.

Os três soldados que fizeram o juramento de defender a constituição, a bandeira e os valores dos EUA foram os especialistas Noé Santos Dilone, da Republica Dominicana e Sergio López, do México e o cabo Eduardo Leal Cárdenas, também mexicano.

Os três foram feridos em ação em Bagdad. Santos Dilone em 6 de setembro quando seu comboio militar foi atacado com explosivos; López em 6 de janeiro quando seu tanque foi destruído por um carro-bomba e Leal Cárdenas em 6 de dezembro, por uma explosão similar quando voltava à sua base.Na cerimônia que os tornaram cidadãos norte-americanos, López foi o único que usou muletas para se manter em pé.

Aproveitando o momento para falar de sua proposta de reforma migratória, que está parada no Congresso, Bush disse que a segurança na fronteira deveria ser o propósito número um de qualquer nova lei. Disse também que se deveria aprovar uma programa de trabalhadores temporários, sancionar drasticamente os empregadores que contratarem trabalhadores ilegais “sem abrir mão da tradição norte-americana” de acolher os recém-chegados. “Somos mais fortes e mais dinâmicos quando acolhemos os novos cidadão como estes homens”, disse Bush em direção dos militares.

Segundo Bush, mais de 33 mil soldados não-cidadãos prestam atualmente serviço nas forças aramadas e que “como qualquer outro que veste o uniforme, entendem o que está em jogo quando se alistam em nossas instituições militares”.

Logo após os atentados de 11 de setembro, Bush, que iniciava seu primeiro ano de governo, firmou um decreto executivo que dá aos estrangeiros de nascimento recrutados pelas forças armadas a qualificação imediata para se tornarem cidadãos norte-americanos.

“Se alguém está disposto a arriscar sua vida por nosso país tem que ter uma participação total em nosso país”, afirmou.

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Gazeta Admininstrator
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