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Sob a pele do grande ator, o artista

O paulista Emílio de Mello ficou conhecido do grande público ao interpretar o produtor Ezequiel Neves no filme “Cazuza – O tempo não pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho. Mas o sucesso de bilheteria não mudou sua forma de encarar o ofício de ator, escolhido na infância. E, embriagado pelo gênio provocador que defende para o artista, Emilio colheu uma outra aclamação, a da crítica, na peça “Baque”, de Monique Gardenberg, na qual faz um monólogo de tirar o fôlego. O curioso é que por trás da indicação ao Grande Prêmio TAM de Cinema e dos muitos elogios, há uma longa carreira, de contratos curtos e insistência “em coisas que não dão resultado imediato”. Nas matérias abaixo, entenda porque Emílio de Mello é considerado um dos grandes atores de sua geração, reconhecimento que – por incrível que pareça – não dependeu em nada de sua exposição na telinha, onde não dá as caras há uma década.

– A aclamação de um artista: ‘Ele nem parece ator brasileiro’, diz Ezequiel Neves

– A evolução de um artista: ‘A função do teatro é fazer as pessoas pensarem’

– Embate entre ‘Cazuza’ e ‘Narradores de Javé’ no Grande Prêmio TAM de Cinema 2005

– A lista completa dos concorrentes

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Gazeta Admininstrator
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