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Sistema de alerta de maremotos entrará em operação no fim de 2006

Um especialista da ONU afirmou nesta segunda-feria que o sistema de alarme que permitirá evitar fenômenos devastadores como o do maremoto de dezembro do ano passado no oceano Índico entrará em operação em dezembro de 2006.

O diretor da Agência Internacional da ONU para a Redução de Desastres Naturais, o venezuelano Sálvano Briceño, disse que os preparativos para a instalação desse dispositivo “avançam nos âmbitos técnico e político”, e também se trabalha na educação da população.

O custo de instalação do sistema de alarme preventivo nos países da região do oceano Índico será de 30 milhões de dólares. A agência já obteve 5,5 milhões do total necessário e promessas no valor de outros 4,5 milhões do Japão, da Comissão Européia, da Suécia, da Noruega e da Alemanha.

Briceño afirmou que além desses fundos recebidos pelo organismo especializado da ONU, há outros países como Austrália, França e Estados Unidos que deram contribuições bilaterais para esse dispositivo de alerta.

“Todos os governos – do oceano Índico – já dispõem de um plano básico para reagir a um tsunami) se for detectado novamente”, disse Briceño em entrevista coletiva.

Briceño ressaltou que a Birmânia, apesar de não fazer parte do sistema de prevenção, também tem preparado um sistema de alarme para um eventual maremoto, e que a Somália, embora “não disponha de um plano nacional” devido à ausência de um governo central, tem “iniciativas locais” nas regiões costeiras. Segundo ele, todas as regiões suscetíveis de sofrer maremotos estudam planos de alerta similares.

O venezuelano afirmou que na América Latina países como Chile, México, Peru e Equador são os mais suscetíveis de sofrer desastres naturais. Por outro lado, Briceño disse que comparativamente os países da América Central estão menos capacitados e ressaltou que especialistas dessa região devem fazer uma reunião em Manágua para reforçar seus sistemas de alarme.

O diretor lembrou que “os países da América Central já sofreram as conseqüências de tsunamis há trinta anos”, em conseqüência de um tremor registrado em 1974 na Nicarágua. Briceño afirmou que, por não terem sido registrados outros maremotos, os sistemas de prevenção foram “abandonados”.

O diretor da agência internacional da ONU afirmou que estes planos deveriam ser reforçados novamente “para responder a terremotos, inundações, secas, furacões” e outros desastres naturais

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Gazeta Admininstrator
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