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Senado aprova reforma tributária de Trump

A aprovação representa um ponto a favor do governo Trump. Foto: Reuters.

O Senado americano aprovou na madrugada deste sábado, dia 2 de dezembro, a reforma tributária defendida pelo presidente Donald Trump. A proposta representa o maior corte de impostos dos últimos 30 anos, mas inclui um aumento importante do déficit fiscal dos Estados Unidos.

A votação ficou dividida entre os senadores republicanos, que aprovaram com 51 votos a favor, e 49 votos contrários, quase todos eles de senadores democratas. O senador Bob Corker foi o único republicano que se opôs à proposta.

A aprovação da reforma representa a primeira grande vitória legislativa de Trump depois de não ter conseguido aprovar as modificações do Obamacare – cuja emenda aprovada junto com a reforma deste sábado, eliminaria a obrigatoriedade de adquirir planos de saúde, uma tentativa de começar a reverter o programa.

O eixo central da proposta do presidente é uma redução dos impostos cobrados das empresas de 35% para 20%. O Senado quer que a medida passe a valer em 2019, mas no texto aprovado na Câmara dos Representantes a aplicação dos cortes seria imediata.

Segundo especialistas, a ambiciosa reforma tributária pode gerar um aumento de US$ 1,5 trilhão no déficit fiscal em uma década, o que ele (Trump) considera como fundamental para revitalizar a atividade econômica e colocar o crescimento anual do país em um ritmo superior a 3%.

Além disso, a reforma quer simplificar o pagamento de impostos de pessoas fiscais, reduzindo as faixas de cobrança de sete para apenas quatro: 12%, 25%, 35% e 39,6%.

Apesar de o projeto prever cortes para as famílias americanas, o Comitê Conjunto de Impostos do Congresso afirmou que apenas 44% das pessoas terão uma redução anual de mais de US$ 500.

Antes de ser sancionado pelo presidente, porém, o texto aprovado deverá ser apresentado à Câmara de Representantes que já aprovou uma versão própria do projeto, com algumas diferenças. A lei que sair dessa negociação entre as duas casas do legislativo americano deverá passar por nova votação.

Fonte: Agência Reuters.

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