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Sem Robinho, Adriano fica no time e Juninho ganha força.

Com o provável veto de Robinho para o jogo contra Gana, terça-feira, em Dortmund, o técnico Carlos Alberto Parreira deverá manter o quadrado mágico de atacantes com Kaká, Ronaldinho, Ronaldo e Adriano, o mesmo que iniciou os jogos contra Croácia e Austrália, e terá como principal opção ofensiva no banco de reservas o meia Juninho.

Em declarações à imprensa no sábado, Parreira comentou que não pensa em mudar o esquema tático da seleção brasileira. No entanto, com a ausência de Robinho, o treinador teria apenas Fred no banco de reservas como opção para manter quatro atacantes na equipe. O jogador do Lyon, porém, tem as mesmas características de Ronaldo e Adriano e pouco acrescentaria ao time se o problema for falta de movimentação, como aconteceu contra Croácia e Austrália.

Com isso, aumentam as chances de Juninho ser aproveitado durante a partida contra Gana, o que não ocorreu nos dois primeiros jogos, quando Robinho entrou no lugar de Ronaldo.

Com Juninho em campo, a seleção brasileira voltaria ao esquema tático utilizado no início das eliminatórias, o 4-3-1-2, no qual Kaká joga mais pelo meio-campo, atrás dos dois atacantes, como faz no Milan, e Ronaldinho atuaria ao lado de Ronaldo ou Adriano pela esquerda, assim como faz no Barcelona.

Além disso, a presença de Juninho, pelas suas características, pode resolver dois problemas que foram apontados pelo próprio Parreira nos dois primeiros jogos do Brasil na Copa do Mundo: toque de bola e chute de longa distância.

Em relação ao time que enfrentou o Japão, Cafu, Roberto Carlos e Zé Roberto certamente voltam à equipe nos lugares de Cicinho, Gilberto e Juninho, respectivamente. A única dúvida, ainda que pequena, está entre Émerson e Gilberto Silva à frente da zaga, mas o volante do Juventus tem grandes chances de retornar ao time titular.

Na tarde deste domingo, o técnico fez mais um treino tático no SSG 90 Stadion, em Bergish Gladbach, e os jogadores praticaram cobranças de pênalti e de falta para o jogo contra Gana.

Parreira dividiu o grupo de jogadores em três times e comandou um sessão de ataque contra defesa. Além disso, houve uma atividade de finalização de cruzamentos – mesmo exercício em que Robinho se lesionou no treino de sábado.

Robinho permaneceu no Castelo Lerbach, onde a seleção brasileira está concentrada em Bergish Gladbach, para dar prosseguimento ao trabalho de recuperação da lesão sofrida no sábado, que o médico José Luís Runco definiu como uma fisgada da face anterior da coxa, o “músculo do chute”.

Nesta segunda-feira, Robinho será submetido a um exame de ressonância magnética para saber a gravidade da lesão.

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Gazeta Admininstrator
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