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Roubo de dados bancários lesa milhares de pessoas nos EUA

Mais de cem mil de clientes de quatro bancos americanos, entre eles o Bank of America e o Wachovia, tiveram seus dados financeiros roubados por vários funcionários. As informações bancárias eram vendidas a agências de cobrança e escritórios de advocacia. A fraude foi descoberta quando a polícia fez uma busca em fevereiro na residência de Orazio Lembo, em Hackensack (Nova Jersey), em uma investigação ligada a outro caso.

Na busca, a polícia apreendeu 13 computadores que tinham informações sobre o plano. Nove pessoas já foram detidas, entre elas sete funcionários de bancos. As outras instituições atingidas são o Commerce Bank e o PNC Bank of Pittsburg.

Segundo a polícia, Lembo, de 35 anos, ganhou milhões de dólares com a fraude. Ele recebia listas de inadimplentes de agências de cobrança e as entregava aos funcionários dos bancos para que as comparassem com as listas de clientes dessas instituições.

Os empregados recebiam 10 dólares por conta de cliente que entregassem a Lembo, que anunciava os serviços de uma firma chamada DRL Associates, a qual oferecia informações de contas bancárias e de emprego.

Segundo a polícia, cerca de 40 agências de cobrança e escritórios de advocacia compravam de Lembo os dados obtidos dos bancos.

Até agora, o Bank of America notificou o roubo de 60 mil clientes, enquanto o número de vítimas do golpe no Wachovia passa dos 48 mil.

Fontes bancárias disseram que o número de vítimas poderia aumentar e que, por enquanto, não foram encontradas provas de que as informações de seus clientes tenham sido utilizadas em fraudes ou roubos de identidade.

Além de Lembo, foram detidos um representante do departamento de trabalho de Nova Jersey, quatro funcionários do Commerce Bank e do PNC, dois do Wachovia e um do Bank of America.

As autoridades esperam que o exploração dos dados, especialmente sobre as firmas de advocacia que compravam a informação, levem a outras detenções.

Este é o segundo caso no Bank of America no qual a segurança da informação se vê ameaçada.

Em fevereiro, a entidade informou o desaparecimento de material de informática com o número de Previdência Social e dados sobre cartões de crédito de 1,2 milhão de funcionários do governo.

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Gazeta Admininstrator
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