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Rita ameaça indústria de petróleo dos EUA

O furacão Rita perde força lentamente enquanto se dirige para a divisa dos Estados de Texas e Louisiana, com ventos de 201 km/h, ameaçando a indústria de refino de petróleo dos Estados Unidos. “Vamos passar por isso”, disse o governador do Texas, Rick Perry. “Fiquem calmos, sejam forte, rezem pelo Texas”.

Ao longo desta sexta-feira, Rita caiu para a categoria 3, depois de chegar à catastrófica categoria 5 na quarta-feira. Em seu curso atual, a tempestade poderá poupar as cidades texanas de Houston e Galveston de um impacto direto, mas passa a ameaçar as indústrias químicas e petroquímicas de Beaumont e Port Arthur.

O coordenador de emergências do Estado do Texas, Jack Colley, prevê que a tempestade destruirá cerca de 5.700 casas no Estado e causará danos da ordem de US$ 8 bilhões.

O presidente dos EUA, George W. Bush, deveria visitar o Texas, seu Estado natal, mas mais tarde a Casa Branca anunciou que ele havia desistido da viagem, para que a presença de sua comitiva não atrapalhasse os preparativos das autoridades locais.

Estradas
Mais de 3 milhões de pessoas ao longo dos litorais do Texas e da Louisiana receberam orientação para deixar o caminho do furacão, provocando um êxodo rodoviário sem precedentes que paralisou o tráfego na área metropolitana de Houston. Carros superaqueceram e ficaram sem gasolina em plena pista, em engarrafamentos que se prolongam por 10 ou 12 horas.

Na manhã desta sexta-feira, as estradas dentro de Houston já haviam limpado, mas o trânsito continuava congestionado nos arredores da cidade e rumo a Austin e Dallas. Autoridades escoltaram caminhões-tanque para postos de pequenas cidades ao longo do caminho. A Guarda Nacional levou combustível para automóveis que tiveram pane seca na pista.

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Gazeta Admininstrator
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