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Reforma na lei de imigração volta a emperrar

O projeto de lei de reforma migratória voltou a ficar emperrado no Senado norte-americano nesta quinta-feira (28), depois que o plenário se recusou a limitar o debate sobre a iniciativa, que pretendia acelerar sua votação.

O projeto de lei, que conta com o apoio do presidente George W. Bush e que precisa do voto de 60 senadores que seu debate seja reduzido a 30 horas, permanece estagnado, mas já com poucas chances de seguir adiante.

O Senado dos Estados Unidos havia aprovado na terça-feira (26) a retomada dos debates sobre a reforma na lei da imigração, que inclui medidas mais duras de fiscalização contra imigrantes ilegais e o plano de legalizar um número estimado em 12 milhões de pessoas que trabalham sem documentos no país, além da criação de um programa de trabalhadores temporários.

A aprovação da legislação seria uma vitória significativa para o presidente George W. Bush. O projeto, porém, enfrenta forte oposição por parte do próprio Partido Republicano, que o considera uma anistia aos imigrantes ilegais no país.

O projeto ainda tem obstáculos a superar no Senado, e os líderes queriam que ele fosse votado até sexta-feira (29), antes do recesso de uma semana para o feriado de 4 de julho, o que não deve mais acontecer.

Republicanos já disseram estar determinados a fazer com que a proposta seja rejeitada. O assunto já entrou na campanha presidencial para as eleições de novembro de 2008. Bush vem tentando arrecadar mais apoio entre os republicanos.

“Temos mais alguns dias de trabalho duro à frente para fazer o projeto passar pelo primeiro estágio do processo”, disse Bush na terça-feira. “E então, quando ela for bem-sucedida no Senado, vamos voltar a nos reunir para ver como fazê-la passar pela Câmara.”

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Gazeta Admininstrator
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