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R$ 7,6 milhões já foi arrecadado pelos candidatos à presidência.

Terminou neste domingo (6) o prazo para os candidatos à presidência da República divulgarem o balanço financeiro do primeiro mês de campanha. As informações foram encaminhadas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelos partidos. Até o momento, as sete candidaturas arrecadaram, juntas, R$ 7,6 milhões e gastaram R$ 6,2 milhões.

O maior valor foi declarado pelo PT: arrecadação de R$ 5,7 milhões e gasto de R$ 4,2 milhões na candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em segundo lugar, aparece a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), que gastou mais do que recebeu: R$ 1,9 milhão de gasto contra R$ 1,3 milhão de arrecadação. Segundo o advogado Afonso Ribeiro, o déficit ocorreu porque vários serviços foram contratados para pagamento posterior.

Luciano Bivar, do PSL, ficou em terceiro, com arrecadação de R$ 229 mil e gasto de R$ 32 mil. O advogado do partido, Antônio Rueda, afirmou que a nova exigência da lei eleitoral, que obriga os candidatos a prestar contas duas vezes antes das eleições, deve coibir as doações irregulares. “O caixa dois terá uma redução drástica. Quem esteve envolvido em escândalos, certamente terá dificuldades em arrecadar dinheiro, pois os doadores não vão querer ter seus nomes associados a irregularidades.”

O PDT prestou contas da candidatura de Cristovam Buarque na sexta-feira, com arrecadação de R$ 150 mil e gasto de R$ 70 mil. O PSDC, de José Maria Eymael, informou o balanço ontem: R$ 22 mil arrecadados e R$ 878 gastos.

A candidatura de Heloísa Helena, da coligação PSOL-PSTU-PCB, informou ao TSE ter arrecadado R$ 105 mil e não ter gasto nada até agora. O PCO, do candidato Rui Costa Pimenta, não entregou a prestação de contas até as 19h, quando foi fechado o Departamento de Protocolo do TSE.

A obrigação de prestar contas das campanhas antes das eleições foi introduzida com a Lei 11.300, conhecida como minirreforma eleitoral, aprovada este ano. A próxima prestação será no dia 6 de setembro. O balanço final dos gastos de campanha terá de ser feito até 30 dias depois das eleições, marcadas para 1º de outubro. Somente quem tiver as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral poderá tomar posse.

Agência Brasil

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Gazeta Admininstrator
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