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Quase 30% dos italianos afirmam que pirataria é roubo

Segundo uma pesquisa publicada nesta terça-feira pelo Instituto de Opinião Pública italiano (Ispo) em defesa da propriedade intelectual, 28% dos italianos consideram que a pirataria musical e audiovisual é comparável ao roubo.

A pesquisa, em que 4.260 pessoas de mais de 17 anos foram entrevistadas, indica que 32% dos italianos consideram a pirataria uma ação “não tão grave se for para uso pessoal”.

Os resultados da pesquisa foram divulgados no “Dia Mundial da Propriedade Intelectual”. Na Itália, o Ministério da Cultura preparou várias iniciativas para lutar contra o fenômeno da pirataria e a favor da propriedade intelectual.

Segundo o relatório, o principal problema é o da pirataria pela internet, já que, entre os entrevistados, salvar arquivos de música ou vídeo através da rede é o campo onde as pessoas menos opinam que se trata de um delito grave.

Cerca de 61% dos entrevistados reconheceram, no entanto, que por trás da pirataria muitas vezes se escondem organizações criminosas.

Quase 64% dos italianos afirmam que o fenômeno, além de prejudicar os artistas, tem repercussões negativas no mercado de trabalho nos diversos setores musical e audiovisual.

Dos entrevistados, 61% também assumem que baixar da internet de maneira gratuita discos, filmes e música para o telefone celular, além de ser ilícito, alimenta o tráfico ilegal dos produtos.

Em um documento, o Ispo destaca que 53% dos entrevistados afirmam conhecer as leis referentes aos direitos de autoria.

O governo italiano iniciou em maio uma campanha de informação e conscientização contra o comércio ilegal de música, depois que a Federação da Indústria Musical Italiana alertou que 1,7 milhão de italianos compram discos ilegais habitualmente.

Segundo este organismo, 22% dos usuários baixam os arquivos da Iiternet, 53% copiam discos de outras pessoas e 15% compram produtos piratas na rua.

A federação já alertou em fevereiro deste ano sobre a repercussão negativa que a pirataria tem sobre a indústria, que reduziu suas vagas de trabalho em 25% desde 2002 e perdeu no último triênio uma cifra de faturamento estimada em 60 milhões de euros.

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Gazeta Admininstrator
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