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Presidência da Câmara contesta acusações do MLST.

Em resposta a informações veiculadas pela direção do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), a assessoria de imprensa da Presidência da Câmara divulgou há pouco uma nota oficial em que esclarece fatos relativos ao presidente Aldo Rebelo. Segundo o texto, o MLST mentiu três vezes: ao dizer que teria havido um acordo com Aldo para não prender os manifestantes; ao acusar a Polícia Legislativa de ter usado balas de borracha durante a manifestação; e ao alegar que os militantes presos não foram bem tratados.

O MLST alegou em nota distribuída à imprensa “o caráter pacífico da manifestação” feita no último dia 6 e que resultou na depredação da Câmara. O movimento também critica o “envio de mais de 500 trabalhadores rurais para a penitenciária da Papuda”. No mesmo texto, o MLST acusa o presidente da Câmara de descumprir um suposto acordo para a desocupação do salão Verde da Câmara.

Diálogo

Na nota oficial da Presidência da Câmara, fica esclarecido que o presidente Aldo Rebelo havia se colocado à disposição do MLST para receber a pauta de reivindicações do movimento, desde que fosse marcada uma audiência. O MLST, porém, não pediu nenhuma audiência e a Câmara foi surpreendida com a invasão.

Aldo ordenou à Polícia Legislativa que autuasse os manifestantes, desocupasse o salão Verde onde eles se encontravam e os prendesse. O presidente negou que tenha havido qualquer acordo com o MLST no sentido de voltar atrás na decisão de mandar prender os manifestantes.

O texto esclarece ainda que Aldo determinou que a Polícia Militar não entrasse na Câmara, pois a Polícia Legislativa, especializada em lidar com manifestantes, acompanharia a desocupação do prédio e as prisões seriam feitas fora do Congresso. Durante todo o dia, Aldo Rebelo reforçou pedido junto à Polícia Legislativa para que fizesse as prisões sem jamais usar a força.

Comida e abrigo

No Ginásio Nilson Nelson, os militantes receberam alimentação paga pela Câmara e foram encaminhados a um abrigo para passarem a noite. A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil e a Vara da Infância e da Juventude da Justiça do Distrito Federal acompanharam todo o processo sem fazer qualquer ressalva ao tratamento dado aos presos. Não houve em nenhum momento uso de violência ou constrangimento dos presos.

Segundo a nota oficial da Presidência, a nota do MLST mente ao dizer que a Polícia Legislativa usou cassetetes e balas de borracha contra os militantes, pois a Polícia Legislativa sequer tem esses equipamentos.

Na avaliação de Aldo, a ação do MLST na Câmara foi acima de tudo antidemocrática, pois a Casa foi invadida com paus e pedras e servidores foram feridos. Mas, segundo ele, o episódio não pode servir para “demonizar” os movimentos sociais, que têm fundamental importância na história do Brasil e que canalizam a defesa dos interesses do povo.

Agência Câmara

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Gazeta Admininstrator
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