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Polícias Militar e Civil farão operação conjunta em São Paulo para coibir ataques.

Uma operação conjunta das polícias Militar e Civil será desenvolvida para coibir a nova onda de ataques atribuídos à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O policiamento será reforçado nas áreas que a polícia considera mais vulneráveis aos ataques a coletivos.

Além disso policias à paisana estarão dentro dos ônibus misturados aos passageiros. “Vamos colocar policiais à paisana nos coletivos e a ordem é que eles ajam contra o crime organizado, desde que isso não ponha em risco a vida dos usuários”, revelou.

A informação foi dada pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Elizeu Eclair, logo após reunir-se com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PFL-SP) na sede da PM.

Segundo o coronel, o número de agressões subiu para 106, a maioria (68) destruição total ou parcial de ônibus do transporte coletivo da capital e do interior. Na cidade de São Paulo foram incendiados 44 ônibus.

Desde terça-feira, sete pessoas morreram, entre elas um agente penitenciário cujas circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas, para saber se o caso está associado à onda de ataques.

Por temer a continuidade da violência, as empresas tiraram de circulação a maioria da frota de 15 mil veículos. De acordo com comandante da PM, estão circulando apenas 15% da frota. A expectativa é de que até o final da tarde as operações estejam normalizadas.

Os últimos acontecimentos em São Paulo serão tema de uma reunião nesta tarde com representantes de empresas de transporte coletivo, no gabinete do prefeito. Às 14 horas também está prevista uma reunião na sede da Secretaria de Segurança Pública para discutir a estratégia o reforço no policiamento.

Agência Brasil

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Gazeta Admininstrator
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