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Poderosos do mundo atendem o funeral de João Paulo II

O presidente norte-americano George W. Bush se arriscará a sentar próximo de Fidel Castro, o príncipe Charles adiou o próprio casamento para não faltar, o presidente sírio Bashar al-Assad e o chefe do Estado libanês Emil Lahoud, o ministro do exterior israelense Silvan Shalom e o primeiro ministro palestino Ahmed Korei, a Espanha com o rei Juan Carlos e o primeiro-ministro Zapatero.

Presidentes, chefes de Estado e de governo, prêmios Nobel, reis, rainhas e altezas reais: todos os poderosos da Terra estarão lá para dar o adeus ao primeiro papa da era da globalização, João Paulo II. Será um evento sem precedentes, da qual participarão outras 200 personalidades mundiais com posições políticas e até de religiões opostas ao catolicismo.

As delegações estrangeiras serão de altíssimo nível, com cientistas, escritores e autoridades civis e um representante do mundo, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Será um funeral sem precedentes, e excepcionais serão as medidas de segurança para proteger tantas personalidades. O Vaticano trabalha junto ao governo italiano para determinar como será o recebimento e a acomodação de tantos visitantes. O governo italiano, por sua vez, trabalha com os serviços de inteligência de outros países. A Otan já concordou em ceder um avião Awacs para sobrevoar o espaço aéreo italiano durante o funeral

Sem armas
Mais de 8 mil pessoas serão responsáveis pela segurança das comitivas estrangeiras. Até o fechamento do espaço aéreo de algumas regiões foi autorizado.

No Vaticano, particularmente na Basílica de São Pedro, não será permitida a entrada de escolta armada. A tutela da segurança dos chefes de Estado será feita por equipes de inteligência não só do Vaticano, mas do governo italiano e possivelmente de outros países.

Até agora, confirmaram presença no funeral do papa João Paulo II:

Polônia – presidente Aleksander Kwasniewski, premier Marek Belka e o ex-líder socialista Lech Walesa.

Estados Unidos – presidente George W. Bush e esposa;

Reino Unido – príncipe Charles e Tony Blair

Rússia – premier Mikhail Fradkov, a segunda autoridade mais importante, depois do presidente Vladimir Putin; o ex-líder da URSS, Mikhail Gorbachev, ainda não confirmou;

França – presidente Jacques Chirac e esposa;

Alemanha – chanceler Gerhard Schroeder. Os ministros do Exterior, Joschka Fisher, e do interior, Otto Schily, não confirmaram a presença;

Espanha – rei Juan Carlos e a rainha Sofia, acompanhados do premier José Luis Rodriguez Zapatero, o ministro do exterior Miguel Anguel Moratinos e o líder do Partido Popular, Mariano Rajoy;

Bélgica – rei Alberto II e a rainha Paola, com o premier Guy Verhofstadt;

Áustria – presidente Heinz Fischer;

Luxemburgo – grão-duque Henri e a grã-duquesa Maria Teresa com o premier e presidente da UE, Jean-Claude Juncker;

Portugal – presidente Jorge Sampaio e presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso;

Eslováquia – presidente Ivan Gasparovic e presidente do Parlamento, Pavol Hrusovsky;

Canadá – premier Paul Martin;

Argentina – vice-presidente Daniel Scioli e o ministro do Exterior, Rafael Bielsa;

Brasil – presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Congresso, Renan Calheiros, presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim;

Colômbia – vice-presidente Francisco Santos;

Costa Rica – presidente Abel Pacheco;

Guatemala – vice-presidente Eduardo Stein, o ministro do Exterior Jorge Briz e ganhadora do Nobel da Paz Rigoberta Menchu;

México – presidente Vicente Fox;

Venezuela – ministro do Exterior Ali Rodriguez.

Cuba – ainda não confirmado oficialmente, é possível que Fidel Castro vá ao funeral;

Letônia – presidente Vaira Vike-Freiberga;

Líbano – presidente Emile Lahoud e premier Omar Karami;

Liechtenstein – príncipe Hans-Adam II, princesa Marie e príncipe Nicholas;

Lituânia – presidente Valdas Adamkus;

Nicarágua – presidente Enrique Bolanos, chanceler Norman Caldera, embaixador no Vaticano Armando Luna e embaixador em Roma Jose Cuadra;

Panamá – primeira-dama Vivian Fernandez de Torrijos;

Paraguai – chanceler Leia Rachid;

Romênia – presidente Traian Basescu e premier Calin Popescu Tariaceanu;

Sérvia e Montenegro – presidente de Kosovo, Ibrahim Rugova;

Suíça – presidente Samuel Schmid;

Síria – presidente Bashar Assad; ONU – secretário-geral Kofi Annan;

Uruguai – primeira-dama Maria Auxiliadora Delgado de Vazquez;

Personalidades religiosas:

O patriarca de Constantinopla, Bartolomeo I, guia espiritual dos cristãos Ortodoxos; Kiril, da igreja Ortodoxa russa; o chefe da igreja Ortodoxa grega, Christodoulos.

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Gazeta Admininstrator
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