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PM barra passeada de estudantes da USP

A Polícia Militar formou um cordão de isolamento impedindo a passagem dos cerca de 6 mil estudantes, trabalhadores e professores da Universidade de São (USP), que seguem em passeata no cruzamento da Avenida Francisco Morato com a Avenida Morumbi, principal acesso ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo.

O governador de São Paulo, José Serra, está disposto a receber uma comissão de estudantes, funcionários e professores da USP, na tentativa de impedir que a manifestação chegue às portas da sede do governo paulista.

Um dos principais motivos do movimento são cinco decretos assinados pelo governador José Serra (PSDB) que, para parte da comunidade acadêmica, ferem a autonomia universitária. Mas também fazem parte das reivindicações contratação de mais professores, aumento do repasse para a educação, construção de moradia estudantil e reajuste.

O clima está tenso no local, porque os manifestantes, que estão irredutíveis, continuam dispostos a seguir com a passeata. Um manifestante tentou furar o bloqueio policial, foi preso e, na tentativa de conter outros manifestantes, PMs avançaram com gás de pimenta.

Na quarta-feira, 30, um grupo de estudantes saiu da reitoria e passou o dia fazendo um “arrastão” por várias unidades do campus, convocando mais adesões. Eles pretendem angariar o maior número possível de alunos para que, durante a manifestação desta quinta a reitoria não fique esvaziada. Há, entre eles, o temor de que a Polícia Militar aproveite o período para cumprir a reintegração de posse, ordenada há mais de duas semanas pela Justiça em ação movida pela reitora Suely Vilela.

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Gazeta Admininstrator
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