DESDE 1994 SERVINDO À COMUNIDADE BRASILEIRA NOS ESTADOS UNIDOS.

Breaking news

Pilotos podem entrer em greve por segurança

Depois de alguns pilotos terem desistido de correr o GP dos EUA, no último dia 19, quando alegaram preocupação com falta de segurança nos pneus, a F-1 pode ver uma greve de seus competidores em breve. Um dos líderes da associação de pilotos da categoria, o escocês David Coulthard, foi quem anunciou a possibilidade de paralisação do Mundial.

– Uma greve pode atingir a segunda metade de nossa temporada. Eu e os outros pilotos estamos preocupados com as questões de segurança que temos debatido desde o GP dos EUA no último mês – disse Coulthard, em sua coluna deste sábado no jornal britânico Daily Record.

A maioria dos pilotos assinou um comunicado, depois da corrida em Indianápolis, apoiando a postura das sete equipes que correm com pneus Michelin de se retirarem antes do início da prova, por causa do receio com relação à segurança de seus pneus. Apenas seis carros participaram da corrida em Indianápolis depois que a solicitação para colocarem uma chicane no final da curva inclinada foi rejeitada.

Os pilotos também demonstraram sua preocupação com a proposta que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) fez às equipes que utilizam Michelin de usarem a entrada dos boxes para evitar a curva, ou então reduzir sua velocidade.

O presidente da FIA, Max Mosley, cancelou uma reunião com os pilotos antes do GP da Inglaterra no último final de semana por causa dos comentários que Coulthard fez sobre o regulamento.

A reunião foi remarcada para o dia 1º de agosto no sul da França, desde que pelo menos a metade dos pilotos possa comparecer.

Coulthard disse que alguns pilotos, como o japonês Takuma Sato, da BAR, já afirmaram que não poderão comparecer.

Os pilotos querem que a FIA garanta algumas medidas de segurança em testes particulares, assim como nos GPs. Também expressaram sua preocupação com a maneira pela qual a situação no GP dos Estados Unidos foi tratada.

– Espero que a reunião aconteça. Nós queremos ter certeza de que a segurança é a prioridade. É totalmente possível que nós façamos uma greve caso sejamos forçados a fazer algo que não sentirmos que é seguro. Tomara que isso não aconteça, mas se for necessário nós permaneceremos unidos e não competiremos. O que aconteceu em Indianápolis deu uma chacoalhada em todo mundo – disse Coulthard.

Baixe nosso app:

Comments

comments

[apss_share]
Gazeta Admininstrator
Gazeta Admininstrator
196