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Parada Gay 2005 espera reunir 2 milhões em São Paulo

Bater mais um recorde de público, reunindo 2 milhões de pessoas. Este é o objetivo da 9ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo, que ocorre na avenida Paulista no próximo dia 29 de maio (domingo), das 11h às 22h.

O evento, organizado pela Associação do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros), se tornou no ano passado o maior do mundo, reunindo público superior a 1,5 milhão –superando as paradas de Toronto (Canadá) e São Francisco (EUA), até então as maiores já registradas, com cerca de um milhão de participantes.

Para o vice-presidente da Associação do Orgulho GLBT, Renato Baldin, um dos motivos que faz a parada de São Paulo ser a maior do mundo é o seu formato. Em outros países, destaca ele, a parada gay é um desfile, como acontece no Carnaval: os participantes do movimento gay se apresentam na passarela e, na arquibancada, fica o público.

“Aqui no Brasil, ao contrário, todo mundo brinca junto e se torna personagem igualmente importante do evento. Nosso formato incorpora todo mundo como participante, sem distinção entre espectador e ator”, afirma.

Segundo Baldin, também explica o público alto da parada a população heterogênea que mora na cidade. “Tem gente do Nordeste, imigrantes, turistas, clubbers, gays. São características diversas convivendo juntas, e acho que isso ajuda a aumentar o respeito por quem é diferente”, acredita.

Agito

Assim como nas edições anteriores, o percurso de três quilômetros da parada gay começa na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Artes de São Paulo), ponto de concentração, e se desloca até as imediações da Praça da República, passando pelas avenidas Consolação e Ipiranga.

No entanto, por conta das obras da praça, não haverá show de encerramento, mas sim um show de abertura. “O pessoal e elenco da Trash 80’s [casa noturna aberta há três anos no centro da capital paulista] fará a apresentação de seu trio elétrico”, explica Baldin. Os detalhes musicais, porém, ainda não foram definidos, segundo a assessoria de imprensa da Trash 80’s.

Na seqüência, devem se apresentar os outros 21 trios elétricos, três deles da própria Associação e outros de ONGs e entidades variadas. A casa noturna A Loca, por exemplo, será responsável por dois dos carros. Também participam com trios os grupos Militância Homossexual do Brasil, Movimento Gay de Minas, Associação Vida e Esperança, Disponivel.com, Grupo de Jovens e Programa “Um Olhar” e a CUT (Central Única dos Trabalhadores), entre outros.

O som, variado, promete agradar a todos os gostos, já que o repertório vai desde o forró até a dance music e o trance, passando pelo axé.

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Gazeta Admininstrator
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