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Para Clinton, é preciso

A base americana de Guantánamo, em Cuba, transformada em prisão de supostos terroristas que se encontram em um limbo legal de duração indefinida, tem que “ser fechada ou limpa”, disse o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton (1993-2001).

“Já é hora de deixar aparecer notícias dali sobre pessoas submetidas a abusos”, afirmou Clinton em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal britânico “Financial Times”.

Clinton defende o fim de Guantánamo a fim de evitar riscos aos soldados dos EUA: “Se ganharmos fama de abusar das pessoas, nossos soldados correrão maior perigo”.

O governo de George W. Bush foi fortemente criticado dentro e fora dos EUA pela detenção indefinida e sem julgamento de mais de 500 pessoas, em sua maioria capturadas no Iraque e no Afeganistão.

Nova ala

Na última sexta-feira (17), a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) condenou a decisão dos EUA de ampliar o campo de detenção de Guantánamo, e pediu o fechamento do que considera um centro de tortura e maus-tratos.

Segundo a imprensa americana, o Departamento de Defesa planeja a construção, sob encomenda da empresa Halliburton, de uma nova unidade de detenção com capacidade para 220 prisioneiros e um muro de segurança orçados em mais de US$ 30 milhões.

A organização, com sede em Londres, pediu ao presidente Bush que feche a prisão de Guantánamo e esclareça a situação dos vários centros de detenção que os EUA têm pelo mundo. Além disso, a AI pede que uma comissão independente investigue os casos de tortura denunciados.

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Gazeta Admininstrator
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