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Palmeiras sofre, mas vence o Cruzeiro

O Palmeiras conseguiu neste sábado, no Palestra Itália, uma daquelas vitórias que fazem a diferença. Mesmo com um jogador a menos durante todo o segundo tempo (Fabiano foi expulso no final da primeira etapa), conseguiu fazer o segundo gol e suportar a pressão do Cruzeiro nos últimos 30 minutos. Os 2 a 1 foram uma vitória de raça, que manteve o time em sexto lugar – mas agora apenas um ponto atrás do Corinthians, que neste domingo enfrenta o Figueirense, fora.

O Palmeiras teve um início fulminante. Aos 11 segundos, Fabiano cruzou e Marcelo Batatais mandou para escanteio. Aos 37 segundos, André Cunha cruzou da direita e Gioino tocou. Na trave. Pausa para respirar. Pequena pausa. Aos quatro minutos, Marcelo Batatais trava o chute de Gioino. Um minuto depois, Fabiano cruza da esquerda e Fábio defende. Assustado, dominado, o Cruzeiro tenta se assentar em campo. Toca a bola com lentidão, na defesa, sem possibilidade de sair. Diego Souza chuta fraco aos dez minutos.

E….gol do Cruzeiro. Sem sair de seu campo – o que o Palmeiras não permitia – Wagner faz um lançamento, que não traria maiores problemas. Mas, Corrêa tenta interceptar e cabeceia para trás; Adriano domina no peito, de costas, vira e chuta cruzado, no canto esquerdo baixo de Sérgio. Se existe injustiça no futebol, ela estava ali. E teve chance de se perpetuar, pois o Palmeiras sentiu o baque. Só voltou a mandar no jogo a partir dos 30 minutos, com a tentativa de bicicleta de Marcinho e com o chute de Diego Souza.

O empate veio em seguida. Ânderson faz falta em Marcinho, no lado esquerdo da defesa, bem próximo à área. Corrêa cobrou com maestria. Como se fosse colocada com a mão, a bola viajou, tocou a trave direita de Fábio e a injustiça saiu de campo: 1 a 1.

O Palmeiras voltou a mandar, mas a expulsão de Fabiano, após um carrinho, trouxe preocupações – afastadas logo aos 50 segundos, quando André Cunha acertou o cruzamento e Gioino, de cabeça, acabou com a idéia tática do Cruzeiro: atacar pela direita, aproveitando-se da vantagem numérica: 2 a 1.

Com sete minutos, o Palmeiras perdeu a chance do terceiro gol. Marcinho avançou pela direita, tocou para Juninho que bateu no travessão. A entrada de Diego, aos 17 minutos começou a dar nova movimentação ao Cruzeiro. Aos 19, ele cruzou e Sérgio fez uma grande defesa na cabeçada de Adriano. Aos 21, Washington substituiu Gioino.

E começou o sufoco do Cruzeiro. Com Diego na esquerda e Maurinho na direita, foram inúmeros cruzamentos. Pena, para o Cruzeiro, que Fred agora joga no Lyon. O Palmeiras se segurou bem, com a entrada de Roger e conseguiu afastar de vez a injustiça.

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Gazeta Admininstrator
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