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País se preapra para a grande festa do Super Bowl

Há seis dias a cidade de Miami se tornou o centro das atenções dos amantes dos esportes dos EUA, pois esta localidade sedia a 41ª edição do Super Bowl, a final da liga de futebol americano (NFL).

Por mais um ano o ritual que cerca o maior evento esportivo dos Estados Unidos se repete, com uma cidade invadida por milhares de visitantes que chegam não apenas para acompanhar o jogo entre Indianapolis Colts e Chicago Bears, mas também para aproveitar ao máximo os eventos que cercam a decisão.

Segundo o Governo local de Miami, durante os dez dias anteriores ao Super Bowl chegaram à cidade mais de 130.000 turistas que deixarão uma receita de US$ 350 milhões.

Miami, que já foi sede de oito decisões da liga de futebol americano dos EUA, já tem os direitos para o evento de 2010. Assim, esta cidade se transformou na localidade preferida pelos dirigentes da NFL, que encontram nela os elementos perfeitos para promover o Super Bowl, especialmente o clima e o mar.

As medidas de segurança serão extremas com restrições no espaço aéreo e com milhares de agentes vigiando a terra, o mar e o ar de Miami.

Porém, os custos deste tipo de esquema serão muito altos, mas o mais importante para os organizadores é garantir o desenvolvimento normal do duelo entre Colts e Bears.

Enquanto para o Bears este será um retorno ao Super Bowl – decisão à qual não chega desde 1986, quando derrotou o New England Patriots por 46 a 10 -, o Colts estréia nesta decisão após 36 anos de vida.

No entanto, a equipe de Indianápolis chega a esta partida decisiva dependendo muito da atuação de seu quarterback titular, Peyton Manning, considerado por muitos como o melhor da posição no momento junto com Tom Brady, do Patriots, a quem superou na luta pelo título da Conferência Americana.

Manning, que nunca tinha se destacado até a temporada atual por vencer jogos decisivos, agora terá a grande oportunidade de conseguir isto, mas antes terá que enfrentar e superar a grande defesa do Bears, a melhor da NFL.

O Colts, que durante a temporada regular não teve a defesa como um de seus pontos de destaque, mudou totalmente na fase final da competição.

Quem também encara esta decisão como uma oportunidade para provar o seu valor é o quarterback do Bears Rex Grossman, que apesar de ter 17 vitórias e apenas seis derrotas como titular na temporada regular não convence a muitos em Chicago com seu jogo.

“A única maneira de fazê-los mudar de opinião é com a vitória de nossa equipe no domingo”, declarou Grossman.

A chegada pela primeira vez de dois treinadores negros a um Super Bowl colocou os amigos Tony Dungy, comandante do Colts, e Lovie Smith, do Bears, no centro dos holofotes.

“É um grande momento para mim porque pudemos ver que dois profissionais afro-americanos foram capazes de levar suas respectivas equipes a um Super Bowl. Não se trata de um sonho a ser cumprido, mas que já aconteceu”, declarou Smith.

Calcula-se que apenas nos Estados Unidos a audiência da decisão pela TV passará de 140 milhões de pessoas, com 232 países acompanhando a partida ao vivo, entre eles 20 da América Latina e 28 da Ásia.

O interesse pelos anúncios exibidos durante a transmissão do Super Bowl fez com que os profissionais de comunicação e marketing concentrem ser esforços para conseguirem fazer com que sua mensagem seja a melhor, a mais aceita e a mais inovadora.

Entretanto, no final a única coisa que os torcedores lembrarão será das imagens da equipe vencedora, que de acordo com as casas de apostas de Las Vegas será o Colts. No entanto, no quesito venda de camisas a vantagem é do Bears, que tem o defensor Brian Urlacher como grande protagonista

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Gazeta Admininstrator
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