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Pais de jovem presa pela imigração tentam leva-la de volta ao Tocantins

anna dutra

Uma jovem turista do Tocantins que veio para os Estados Unidos a turismo teve sua viagem interrompida pela imigração americana ao chegar em Detroit, conta sua mãe. Ela está detida em um abrigo.

Quando Anna Beatriz Dutra, de 17 anos chegou a Detroit, no dia 17 de abril, teve os pertences apreendidos e foi levada a um abrigo em Chicago, onde se encontra presa e com pouco contato com a família. Segundo sua mãe, Leide Theóphilo, Anna pretendia se hospedar na casa de uma amiga em Boston, onde ficaria até 28 de junho para passear e treinar o inglês.

Mas, a imigração americana alega que a adolescente tentou entrar nos Estados Unidos para estudar sem o visto adequado, de acordo com informações do Consulado do Brasil em Chicago, que está acompanhando o caso.

Os pais negam que a filha tenha viajado para o exterior com esse objetivo. Segundo eles, era apenas turismo. Eles devem embarcar para os Estados Unidos nos próximos dias para acompanhar pessoalmente o caso.

A assessoria de imprensa do Itamaraty informou que o Consulado-Geral do Brasil em Chicago já visitou a garota no abrigo, mas que não há previsão de quando ela sairá das instalações. Por ela ser menor e estar desacompanhada, a volta pode demorar mais, conforme as informações. A assessoria afirmou que o local oferece condições adequadas para a menina.

Viagens
A família da adolescente mora em Palmas. A mãe contou que a filha terminou o ensino médio no ano passado. As viagens foram um presente dos pais, antes da adolescente ingressar na universidade. Em janeiro deste ano, a moça foi para Miami com o pai e esteve em Nova York com a mãe. Depois, foi para a Argentina, onde ficou até abril para fazer um intercâmbio cultural e estudar espanhol.

A próxima viagem estava programada para o Canadá, em julho deste ano, onde a jovem estudaria francês. Segundo a mãe, Anna tem como objetivo cursar Relações Internacionais e sonha em ser diplomata, motivo pelo qual preferiu se dedicar ao aprendizado de línguas estrangeiras este ano.

Contato
Até agora, a família conseguiu fazer dois contatos com a adolescente por telefone. No primeiro, a mãe diz que quase não deu para falar porque as duas ficaram muito nervosas. Na outra ligação, Anna conseguiu conversar com mais calma e relatou que faria exames médicos.
Com informações do G1.

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