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ONU quer investigação independente sobre morte de Hariri

Uma comissão da ONU informou na quinta-feira que a investigação feita no Líbano sobre a morte do ex-primeiro-ministro Rafik Al Hariri teve falhas graves e não poderá chegar a uma conclusão confiável.

A missão, liderada pelo policial irlandês Peter Fitzgerald, disse que seria necessária uma investigação internacional realizada por um órgão independente para “descobrir a verdade”.

O relatório entregue por Fitzgerald ao secretário-geral Kofi Annan disse também que a inteligência militar síria é a principal responsável pela falta de segurança, proteção e Estado de direito no Líbano, e que as forças de segurança libanesas demonstram “negligência sistemática” no cumprimento de seus deveres.

O Conselho de Segurança enviou a comissão à região em fevereiro para tentar esclarecer “as circunstâncias, causas e consequências do assassinato”.

Hariri foi morto em 14 de fevereiro por uma bomba lançada contra sua comitiva, em Beirute. A oposição libanesa, contrária à presença militar síria no país, e muitos cidadãos comuns culparam a Síria e seus aliados locais pelo atentado.

A oposição exige uma investigação internacional sobre o crime, pois não confia nos chefes de segurança libaneses, ligados à Síria. Autoridades dos dois países negam participação no atentado.

Alguns especulam que Hariri pode ter sido morto por ter apoiado uma resolução do Conselho de Segurança, aprovada em setembro, que exigia a desocupação do Líbano pela Síria.

Annan disse que espera que a Síria complete a retirada antes das eleições marcadas para maio no Líbano. Damasco promete desocupar completamente o país vizinho, mas ainda não apresentou um cronograma para isso.

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Gazeta Admininstrator
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