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O mundo em parafuso

E como se não bastasse o recrudescimento das hostilidades entre judeus e árabes com o conflito entre Isarel e o Hezbollah no Sul do Líbano, eis que a Scotland Yard desbarata um mega-plano terrorista que planejava explodir 10 aviões em rotas da Inglaterra e Estados Unidos.

Como já era de se esperar; o pânico internacional, especialmente dos que viajam frequentemente de avião, voltou a subir para o nível do estressante “VERMELHO”. Também como se esperava, os “parceiros” George W. Bush e Tony Blair não hesitaram em usar a importante e eficaz atuação do Serviço de Segurança Interna da Grã Bretanha, para extrapolar no culto ao pânico.

Honestamente, já não sei mais o que pensar. Se por um lado condeno o uso propagandístico e político desses atentados “abortados”, por outro fico pensando no radicalismo insano e devastador que tomou conta das facções islâmicas. Em nome do seu “Jihad” – a guerra santa segundo os que interpretam o “Corão” de forma ultra-sectária – não há limites de crueldade, não há nenhum respeito à vida humana, nada.
Mesmo os que detestam Bush e sua política intervencionista e bélica, têm que admitir que se com os Estados Unidos jogando pesado no Iraque e apoiando radicalmente Isarel, ainda assim o terrorismo muçulmano radical não cessa, imaginem se os Estados Unidos não tivessem dado nenhuma resposta após os ataques de 11 de setembro de 2001?

Essa é uma dura e complexa questão que não comporta respostas simplistas.
Nós, cidadãos do mundo ocidental, somos vistos pelos islâmicos radicais, como inimigos que precisam ser eliminados.
Nós, que vivemos em países democráticos e que respeitam os direitos individuais, somos alvo intermitente do projeto de “pulverização dos infiéis”.

Nós, que damos às mulheres os mesmos direitos que os homens, que defendemos a edução para todos e que lutamos pela igualdade independente de raça, credo ou orientação sexual, somos a “civilização a ser destruída”, em nome do que eles acreditam que seja o certo:
– a inferioridade e submissão das mulheres
– a negação do progresso e dos avanços da ciência
– a pena de morte para os homossexuais
– a censura total e absoluta a tudo que não seja de acordo com a religião Islâmica radical
– a condenação de todas as manifestações artísticas
– a condenação de todas as práticas religiosas que não o Islã
Enfim, a lista é interminável.
E somos nós que, de forma até inocente, ainda defendemos o direito de quem nos quer dizimar, de serem do jeito que são.
Tem alguma coisa de muito errado nisso aí.

A tão antecipada “Guerra de Civilizações” já está acontecendo.
Há em todo o mundo um grupo cada vez maior de lunáticos que, por puro desequilíbrio mental, são capazes de explodir aviões com centenas de pessoas, acreditando estar servindo a uma “causa” a qual na verdade eles não têm o mínimo conhecimento real.
São agentes cegos de interesses altamente manipulativos.
Essa cegueira está matando cada vez mais, um maior número de pessoas inocentes.
E por aí vai. O descalabro é total.

Muitos desses desequilibrados mentais não estão apenas formando nas “tropas” do terror sanguinário e caricato, daquele que “desfila pisando na bandeira de Israel”,um gesto infantil e debilóide, típicos de um mundo em brutal desequilíbrio e decadência.
Não é de estranhar que muitas pessoas de bom senso estejam cada vez mais buscando abrigo na espiritualidade para tentar seguir adiante nesse mundo cada vez mais sem lei e sem alma.

Em quem acreditar, se tudo é marketing? Que teorias e teses defender, se você não recebe nem mais a informação jornalística isenta e descomprometida?
Tá russo. Aliás, tá russo, judeu, árabe, americano, enfim. Tá tudo muito complicado.
E a gente tem que “cultivar” um fígado de aço para ver criancinhas sendo despedaçadas pelas bombas no Sul do Líbano e no norte de Israel.
Haja coração.

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Gazeta Admininstrator
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