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Nova York é campeã de cortesia, São Paulo fica em quarto lugar.

Uma pesquisa divulgada na terça-feira(20) revela que Nova York, apesar da fama de cidade agitada cujos habitantes costumam falar duro e sem rodeios, na realidade é a cidade mais cortês do mundo.

A segunda colocada na pesquisa, por margem estreita, foi Zuri-que, com índice de 77 por cento, seguida por Toronto (70 por cento), Berlim, São Paulo e Zagreb (Croácia), todas com 68 por cento.
Passando à frente de grandes cidades em 35 países, Nova York saiu vencedora em três provas de cortesia, segundo pesquisa conduzida pela revista Reader’s Digest.

Repórteres da revista conduziram um “teste de portas”, para ver quem seguraria uma porta aberta, uma “prova de documento caído”, para ver quem ajudaria uma pessoa a pegar papéis caídos no chão, e um “teste de serviço”, para medir se os balconistas agradecem os fregueses após uma compra.

De acordo com a revista, quatro em cada cinco nova-iorquinos passaram nos testes de cortesia.

“Isso com certeza contradiz o estereótipo popular que muitas pessoas têm em relação a Nova York”, disse Conrad Kiechel, diretor editorial internacional da revista sediada em Pleasantville, Nova York.

Especificamente, 90 por cento dos nova-iorquinos testados passaram na prova da porta, 55 por cento na prova dos documentos caídos, e 19 em 20 balconistas da cidade foram aprovados na prova de serviço.
Na sequência figuram Auckland, Varsóvia, Cidade do México, Estocolmo, Budapeste, Praga, Viena, Buenos Aires, Johanesburgo, Lisboa, Londres, Paris, Amsterdã, Helsinque, Manila, Milão, Sydney, Bangcoc, Hong Kong, Ljubljana, Jacarta, Taipei, Moscou, Cingapura, Kuala Lumpur, Bucareste e Mumbai.

Segundo a revista, em São Paulo, mesmo contraventores são educados. Enquanto o repórter comprava um par de óculos escuros de um camelô na rua 25 de Março, ouviram-se gritos de que a polícia estava vindo para recolher as mercadorias ilegais. Antes de pegar suas coisas e sair correndo, o vendedor ainda teve tempo de agradecer o cliente pela compra.

Os mais de 2.000 testes de comportamento realizados mostraram que pessoas de menos de 40 anos agiram com mais cortesia do que as de mais de 40 e que homens se mostravam mais corteses com outros homens, enquanto as mulheres faziam o mesmo com outras mulheres.

A região mais carente de cortesia foi a Ásia, onde oito em nove cidades figuraram entre as últimas 11 do ranking, segundo a Reader’s Digest.

A revista conduziu os testes nas cidades de maior população em 35 países do mundo, entre o final de fevereiro e meados de março.

De acordo com Kiechel, as pessoas em todo o mundo tenderam a dar a mesma explicação para seu comportamento polido.

“As pessoas disseram que eram corteses, porque tinham sido educadas para ser assim”, ele disse.

O estudo está sendo publicado na edição de julho da revista Reader’s Digest, em suas 50 edições mundiais.

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Gazeta Admininstrator
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