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Nicole Kidman recicla bruxaria em

Adaptar seriados de televisão antigos para o cinema está na moda nos Estados Unidos. Não que isso nunca tenha sido feito, mas a tendência aumenta cada vez mais. E descobrir meios de não ser literal nessa tradução da linguagem da televisão para a do cinema tem sido o desafio de muitos roteiristas e diretores. Nora Ephron, das comédias românticas Sintonia de Amor e Mensagem para Você, propõe algo novo em A Feiticeira, adaptação da famosa comédia de costumes dos anos 1960 sobre uma jovem bruxa às voltas com os problemas cotidianos de uma dona de casa.

Em se tratando de Hollywood, não é de se desprezar esse esforço. Claro que um filme, seja qual for, deve ser julgado pelo que mostra na tela e não por elementos externos. Nesse sentido, A Feiticeira tem autonomia, já que não traduz simplesmente o enredo de um veículo para outro, mas apresenta o seriado como um antigo sucesso da televisão que está para ser refeito.

Por trás disso, está um ator canastrão, Jack Wayatt (Will Ferrell), que precisa fugir da decadência. Ele será Darrin, o marido de Samantha. E para o papel da jovem bruxa, ele precisa de alguém que não lhe faça sombra. É quando entra em cena Isabel Bigelow (Nicole Kidman), uma jovem aparentemente comum, na verdade uma bruxa que também optou por viver no mundo real e (quase) sem a ajuda da magia.

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Gazeta Admininstrator
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