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Negroponte assumiu a Direção Nacional de Inteligência

O presidente Bush nomeou John D. Negroponte, embaixador no Iraque e diplomata com experiência mundial, como novo Diretor Nacional de Inteligência, um novo cargo que visa proteger os Estados Unidos das ameaças terroristas do século 21.

“A inteligência é nossa linha de frente de defesa”, disse Bush ao anunciar a escolha de Negroponte, que serviu previamente como embaixador na ONU e em oito postos diplomáticos na Ásia, América Latina e Europa. De 1987 a 1989, ele foi vice-assistente do presidente Ronald Reagan para assuntos de segurança nacional.

Aparecendo ao lado do presidente, Negroponte, 65 anos, disse que esta será “sem dúvida a tarefa mais difícil” em seus mais de 40 anos de serviço ao governo.“Fornecer inteligência nacional objetiva e oportuna para o senhor, o Congresso, os departamentos e agências e para nossos serviços militares uniformizados é uma tarefa nacional crítica”, disse Negroponte.

O presidente também nomeou o general de exército Michael Hayden da Força Aérea como vice de Negroponte. O general é atualmente chefe da Agência de Segurança Nacional, a imensa operação de espionagem eletrônica e análise de inteligência sediada no Forte Meade, Maryland. Se confirmado pelo Senado, Negroponte supervisionará as 15 agências de inteligência do país e exercerá amplo controle sobre o orçamento de inteligência, estimado em US$ 40 bilhões por ano.A confirmação parece provável, já que o Senado o confirmou anteriormente como embaixador na ONU e no Iraque com pouca oposição.

“A nomeação de John ocorre em um momento histórico para nossos serviços de inteligência”, disse Bush em uma cerimônia na Casa Branca. “John traz um conjunto único de talentos para estes desafios.”

Negroponte está servindo como embaixador americano no Iraque desde o verão passado, uma atuação que Bush chamou de “uma vantagem incalculável para um chefe de inteligência”.

A criação da nova posição de inteligência foi uma das recomendações centrais da Comissão de 11 de setembro, que concluiu seu trabalho no verão passado. A comunidade de inteligência tem estado sob fogo desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 por má comunicação e organização, e a comissão disse acreditar que um controle centralizado das diversas agências de inteligência criaria um sistema mais eficaz.

Em particular, a comissão criticou o FBI e a CIA por fracassarem em compartilhar informação e por serem incapazes de “ligar os pontos”, ou unir o que em retrospecto parecia ser uma abundância de pistas dos ataques iminentes.

O cargo proposto se tornou politicamente carregado no outono passado, em meio a relatos de que o Pentágono e o secretário de Defesa, Donald H. Rumsfeld, eram contrários à entrega de controle sobre assuntos de inteligência e orçamento do Pentágono às mãos do novo diretor.

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Gazeta Admininstrator
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