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Mundial feminino de basquete ser?disputado somente em S? Paulo

S? Paulo ser?a ?ica sede do Mundial feminino de basquete do ano que vem. O an?cio oficial foi feito ontem pela Confederação Brasileira de Basquete, que reconheceu a impossibilidade de o Rio de Janeiro, cidade originalmente nos planos, dividir a competição com a capital paulista.

Principal evento preparat?io para o Pan de 2007, o Mundial de basquete, que ser?realizado de 12 a 23 de setembro, deixou o Rio devido ao atraso nas obras do Maracan?inho, um dos locais que seriam utilizados para a disputa. “O gin?io deve ficar pronto em setembro, mas a Fiba [Federação Internacional de Basquete] exigiu a conclus? das obras at?mar?, quando seria feita uma inspeção final”, afirmou Francisco de Carvalho, secret?io estadual de Esporte do Rio de Janeiro.

O plano B para o Mundial no Rio seria a arena programada para ser erguida no aut?romo de Jacarepagu? O gin?io, por?, ainda n? saiu do papel.

Presidente da CBB, Gerasime Bozikis, o Grego, viajar?na pr?ima semana para Genebra (Suíça), onde ser? definidos os ?timos detalhes da competição. Atrav? de sua assessoria de imprensa, a entidade disse que os gin?ios que receber? as partidas do Mundial ser? divulgados apenas quando o presidente voltar da viagem, em 7 de novembro.

A Fiba determina que os locais das partidas do Mundial devem ter capacidade m?ima de 4 mil lugares na primeira fase e 8 mil na segunda.

Em S? Paulo, apenas dois gin?ios comportariam os jogos: o Mauro Pinheiro, no Ibirapuera (10.700 pessoas), e o gin?io do Corinthians, no Parque S? Jorge (9.500 lugares). Com isso, a CBB se livraria do constrangimento de pedir aux?io a dois dos mais tradicionais clubes da cidade –Paulistano e Hebraica–, que n? t? gin?ios com a capacidade m?ima para abrigar o Mundial. Tanto Hebraica quanto Paulistano se filiaram ?Nossa Liga de Basquete, campeonato que n? ?reconhecido pela Confederação.

Prov?el local da decis? do Mundial, o gin?io do Ibirapuera foi interditado em abril, quando passou por obras estruturais, como a colocação de extintores, grades, hidrantes e na reforma em banheiros para deficientes. O diretor-administrativo do gin?io, Fernando Nogueira, garante que o Ibirapuera ter?condições de ser um dos palcos da disputa.

“As reformas que precisam ser feitas s? apenas t?nicas, como a colocação do piso e das tabelas. Isso seria determinado pela Fiba e pela CBB. Temos autorização do Contru [Departamento de Controle do Uso de Im?eis] para sediar eventos de grande porte.”

Outra opção que a CBB n? descarta ?o gin?io de S? Bernardo do Campo (a 21 km da Capital), com capacidade para 7 mil espectadores. O secret?io de Esportes da cidade, Jos?Fiorizi Piovesana, diz que S? Bernardo teria condições de sediar o Mundial mesmo recebendo, no mesmo per?do, os Jogos Abertos do Interior, que ser? disputados no munic?io de 11 a 24 de setembro. “Nossas portas est? abertas. Temos estrutura e um gin?io em ?imas condições”, garantiu Piovesana. “Realizar um Mundial aqui teria um impacto enorme na motivação das atletas dos Jogos Abertos.”

Pa?-sede, o Brasil tem vaga garantida no Mundial ao lado de outras 13 equipes. As duas ?timas seleções ser? definidas em dezembro, na seletiva africana. ?o primeiro Mundial adulto de basquete no pa? desde 1983.

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Gazeta Admininstrator
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