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Militares norte-americanos ativam escudo antimísseis diante da ameaça da Coréia do Norte.

Segundo artigo publicado nesta terça-feira (20) pelo jornal “The Washington Times”, os Estados Unidos ativaram um escudo antimísseis em função da suspeita de que a Coréia do Norte realizará um teste com um míssil de longo alcance.

O Pentágono não confirmou as informações, de acordo com o porta-voz Eric Ruff. “Temos um sistema de defesa antimísseis limitado. Está na fase de desenvolvimento”. “Não falamos de status de alerta ou das capacidades específicas das forças armadas”, afirmou Ruff.

O “The Washington Times”, cuja tendência é governista, foi o primeiro a publicar a ativação do sistema.

Segundo o jornal, que indicou fontes governamentais sem identificá-las, nas últimas semanas o Departamento de Defesa mudou a modalidade de funcionamento do sistema de “teste” a “operacional”.

Cerca de onze projéteis fazem parte desse sistema onde o objetivo é a interceptação de mísseis. Eles estão posicionados em Fort Greely (Alasca) e na base aérea de Vandenberg (Califórnia). Fazem parte também do esquema de defesa uma rede de radares, satélites e navios para a detecção de qualquer lançamento, e um centro de comando no Colorado.

Entretanto, sua eficácia ainda não é comprovada. Até o momento foram realizados 8 testes e em apenas 5 os projéteis interceptaram os mísseis, apesar de terem informações sobre variáveis como velocidade, trajetória e ponto de origem.

Os exercícios foram suspensos depois que os projéteis não saíram dos silos em testes realizados em dezembro de 2004 e fevereiro de 2005.

Ainda assim, o “Washington Times” afirmou que uma das opções analisadas pelo governo dos EUA é tentar derrubar o míssil norte-coreano com os interceptores.

A secretária de Estado, Condoleezza Rice, advertiu na segunda-feira que o lançamento do míssil, que alguns analistas acreditam que poderá atingir o Alasca, seria um “ato de provocação” e os EUA o levariam a sério.

Nos últimos dias, a imprensa norte-americana informou que fotografias feitas por satélites espiões dos EUA mostram que foi completada a injeção de combustível no míssil e, portanto, a arma estaria preparada para seu lançamento, assim que as condições meteorológicas fossem favoráveis.

No entanto, os serviços de espionagem sul-coreanos colocaram em dúvida hoje a conclusão do processo, segundo fontes de um comitê parlamentar de inteligência consultadas pela agência Yonhap.

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Gazeta Admininstrator
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