Edição da semana
|
|
|
|
|
 |
|
| |
| |
Terça ,
2 de
Fevereiro 2010 ,
03:18 |
|
 |
Escolas do Sul da Flórida se preparam para receber estudantes haitianos |
|
| |
|
|
|
|
|
O condado de Broward foi o que até agora recebeu mais estudantes do Haiti: 373 novos alunos. |
|
|
As escolas do Sul da Flórida estão se preparando para receber centenas de estudantes haitiano, que deixaram o Haiti após o terremoto que destruiu Porto Príncipe. Até agora, cerca de 373 estudantes já estão matriculados em escolas de Broward, o maior número em todo o Estado. Miami-Dade vai receber 191 estudantes e Palm Beach, 102. Esse número ainda pode aumentar muito, segundo oficiais.
“Nós não sabemos ainda o que esperar. Ninguém tem certeza”, disse Nat Harrington, um porta-voz das escolas de Palm Beach. “As crianças e famílias haitianas estão sendo recebidas por todo o mundo. Nós também vamos receber as crianças que chegarem por aqui”.
Os estudantes foram colocados em 59 campus entre as cidades de Boca Raton, Boynton Beach e Palm Beach Gardens. As novas crianças estão sendo recebidas por um sistema escolar que já tem cerca de 13,500 estudantes de origem haitiana, desde o kindergarten até o último ano escolar. Mesmo assim, esses novos estudantes são especiais e com diferentes desafios para enfrentar. Alguns deles falam inglês fluente, outros falam apenas Creole.
A maioria não possui histórico escolar, por isso, os diretores das escolas estão aplicando testes e entrevistas com os alunos, pais ou responsáveis para indicarem as turmas adequadas a cada estudante.
Muitos deles também não tem histórico médico e precisarão passar por exames e vacinas num período de 30 dias após a matrícula. Uma escola em Lake Worth, a Barton Elementary School, tem cerca de 28 % da escola de estudantes de descendência haitiana.
A escola tem professores que falam Creole e programas especiais de inglês para esses alunos. Segundo a diretora Aurora Francois, a primeira nativa do Haiti a liderar uma escola no condado disse que está pronta para receber
os alunos haitianos, vítimas da tragédia. “Por mim, eles podem mandar todas as crianças haitianas para minha escola. Eu os receberei de braços abertos”, disse Francois. |
| |
| |
|
|
| |
|
|
|
|
|
| |
| |
|