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Liga de Oscar fere o Estatuto do Torcedor com inclus? de equipes

Alardeada como o primeiro campeonato com 100% dos atletas profissionais no Brasil, a Nossa Liga de Basquetebol, cujo torneio come?u anteontem, n? observa na ?tegra o Estatuto do Torcedor –lei que deve ser seguida em competições profissionais.

Ao menos duas irregularidades foram identificadas. A primeira foi a inclus? de duas equipes –Jundia?e S? Carlos– no campeonato no dia de seu in?io.

A lei diz que os regulamentos s?podem mudar at?45 dias antes dos jogos. Apesar de o artigo 2?do regulamento da NLB listar 18 equipes participantes –n? considera as rec?-integradas–, M?cio Nogueira, consultor jur?ico da liga, sustenta que ele n? foi alterado. “O esp?ito do regulamento n? mudou.”

Marc?io Krieger, membro da comiss? jur?ica do Minist?io do Esporte, discorda. “A quest? n? ?espiritual, ?material. Houve alteração do regulamento.”

Paulo Amoretty, advogado especialista em direito desportivo, tamb? diz que a lei n? foi seguida “ao p?da letra”.

A segunda inobserv?cia do Estatuto do Torcedor ?o fato de a NLB ainda n? ter um ouvidor. “N? vamos definir, em conjunto com o departamento jur?ico, o nome do ouvidor”, diz Jos?Medalha, diretor-executivo da liga.

Como n? tem s?profissionais, o Nacional, competição promovida pela Confederação Brasileira de Basquete, n? precisa seguir todas as regras da lei do torcedor. O mesmo acontece, por exemplo, com as Superligas de v?ei.

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Gazeta Admininstrator
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