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Lei que obriga Dilma ser chamada de “presidenta” causa polêmica

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A presidente Dilma, ou melhor, ‘presidenta’, parece estar levando a sério a vontade de ser chamada dessa forma. E quem assim não o fizer, pode estar fora da lei a partir de agora.

No dia 3 de abril, Dilma sancionou a Lei 12.605/12, que apesar de não mostrar claramente para que veio, determina o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas.

O artigo primeiro da lei trata que instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

Já o artigo segundo, determina que pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições referidas no art. 1o a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção, segundo regulamento do respectivo sistema de ensino.
Portanto, ela passa a ser oficialmente ‘presidenta’.

A medida despertou a manifestação de descontentamento de alguns leitores do Gazeta. O professor, Heraldo Meirelles, é um deles. Mereilles discorda da lei e defende que há outras leis que deveriam ganhar a atenção da presidenta.

“Nada tenho contra as mulheres, muito pelo contrário, algumas se tornaram verdadeiros ícones na história. Agora, a excelentíssima presidente Dilma sancionar uma lei para mudar uma regra gramatical é o cúmulo do absurdo. Mudar o afixo só por capricho, apenas reforça às pessoas o quanto ela não entende de gramática e da nossa língua”, argumenta. “Se precisa mudar algo que realmente faça a sua gestão valer a pena e entrar para a história, devia obrigar os executivos: governadores e prefeitos a cumprirem a lei 11.738 (Lei Nacional do Piso do Magistério), e proporcionar a todos os brasileiros acesso às políticas públicas”, completa.

A leitora Maria Vitória é da mesma opinão. “Está na hora da vossa excelência começar a se preocupar mais em melhorar a educação do país e deixar para segundo plano bobagens, como mudar regras gramaticais para atender a caprichos desnecessários. Não é um mero ‘a’ no lugar errado que vai fazer com que uma mulher do nível de Dilma Rousseff seja mais valorizada. O valor está nas atitudes honestas e corajosas que tomará ou não em seu mandato como presidente do Brasil”, ressalta.

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