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Legisladores da FL são coautores de lei de segurança em aeroportos

Tiroteio no aeroporto de FLL em janeiro de 2017. Foto: Carline Jean \Sun Sentinel.

Pela primeira vez, os aeroportos dos Estados Unidos serão obrigados a desenvolver planos detalhados de ação para lidar com crises e tiroteios e apresentá-los aos órgãos superiores. A lei foi apresentada nesta terça-feira, 9, pela Representante dos EUA, a democrata Debbie Wasserman Schultz e por quatro representantes democratas do sul da Flórida que assinaram como co-patrocinadores do projeto Airport Advanced Logistics, Emergency Response and Training Act (Lei de Logística, Ação de Emergência e Treinamento Avançado em Aeroporto) – ou ALERT.

Em razão do tiroteio do aeroporto de Fort Lauderdale no ano passado, a lei exige que os principais aeroportos do país criem centros de operações expansivas em que policiais, gerentes, representantes de companhias aéreas e outros possam trabalhar lado a lado, usando tecnologia avançada para monitorar as atividades do aeroporto e responder mais rapidamente às emergências.

A legislação também obriga os aeroportos a enviar planos de segurança à Administração de Segurança de Transporte dos EUA que incluem programas de treinamento detalhados para ameaças ativas, gerenciamento de multidões, evacuações em massa e operações de reinício. A congressista quer que os aeroportos de todo o país melhorem a forma como comunicam as informações de alguma ameaça às companhias aéreas, passageiros, tripulações de transporte terrestre, mídia e outros.

Tiroteio no Aeroporto de Fort Lauderdale-Hollywood deixa mortos e feridos

A lei foi estudada e criada muito em razão de um dos mais recentes tiroteios em aeroporto com vítimas fatais, o de Fort Lauderdale no dia 6 de janeiro de 2017 quando Esteban Santiago, 26 anos, matou cinco pessoas e feriu outras seis na área de bagagem no Aeroporto Internacional Fort Lauderdale-Hollywood. Os policiais do condado de Broward apreenderam o homem dentro de 90 segundos, mas o caos estourou uma hora e meia depois, quando os rumores que havia um segundo atirador se espalharam e provocaram pânico por horas.

Os passageiros ficaram aterrorizados, além dos funcionários do aeroporto que estavam confusos e agentes da TSA que saíram correndo pelo aeroporto, pelas ruas próximas e até na pista. Algumas pessoas foram pisoteadas e ficaram machucadas em meio à correria. Passageiros e trabalhadores ficaram presos por até 12 horas com pouca informação e apenas alimentos ou água limpos.

Pela ação em Fort Lauderdale, o projeto de lei exige que os aeroportos tenham planos mais voltados à proteção das pessoas em caso de evacuação, inclusive com fornecimento de alimentos, água, medicamentos e outros serviços.

O Aeroporto Internacional de Miami está em processo de substituição de sua sala de controle antiquada com um centro integrado de 10.000 pés quadrados no D Concourse, onde os gerentes de operações de segurança, aeródromo e terminais e estacionamentos trabalhariam juntos para monitorar câmeras, dados de voo e outra informações importantes.

Com informações do Sun Sentinel.

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