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Latam vai cobrar separado por lanche e assento marcado em voos

Após o anúncio das cobranças por malas despachadas (medida autorizada pela ANAC e que valerá a partir da semana que vem), a Latam anunciou também que vai implementar ao longo deste ano um serviço segmentado de transporte aéreo, no qual o cliente vai pagar separadamente pelo lanche de bordo e assento. “Precisamos de um modelo de transporte aéreo em que o passageiro só pague o que utiliza”, disse a presidente da Latam, Claudia Sender.

A empresa estima que conseguirá reduzir em 20% os preços das passagens dos bilhetes promocionais com essa estratégia.

“Hoje todos pagam, e isso tem um custo. Mas, para muitos passageiros, não faz diferença ter lanche de bordo ou marcar assento. Para ele é melhor pagar menos e voar com um serviço básico. Precisamos de um modelo de transporte aéreo em que o passageiro só pague o que utiliza”, disse a presidente da Latam, Claudia Sender.

Cobrança de bagagem

Algumas companhias aéreas delimitaram os preços para as bagagens despachadas e os preços e critérios variam para voos nacionais e internacionais. A cobrança foi aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil em dezembro do ano passado e terá início no dia 14 de março.

Latam

Latam confirmou que nos voos internacionais o despacho será gratuito para até duas malas com o limite de 23 quilos cada, com exceção da de voos para a América do Sul, nos quais a cobrança só será feita pela segunda babagem despachada (cerca de $90 dólares) e nos voos nacionais cobrará o valor de R$50 reais por malas de até 23 quilos. A medida não está em vigor, mas será implementada “no futuro”, segundo a companhia.

O excesso de peso será cobrado. No caso dos voos domésticos, o valor pode chegar a R$ 200, dependendo do peso da mala. Para voos internacionais para os Estados Unidos, por exemplo, a taxa por excesso de peso entre 24 e 33 quilos será de $100 dólares e entre 34 e 45 quilos será de $200 dólares. Para voos pela América do Sul, o excesso de peso será taxado em $180 dólares.

Gol

A Gol também cobrará menos do passageiro que não despachar mala e mais daquele que precisar despachar. A empresa, porém, ainda não definiu quando esse sistema será implementado. “Nesse momento, a companhia trabalha para adequar seus processos e sistemas a essa classe tarifária e treinar suas equipes”, disse a empresa em nota.

Avianca

A Avianca afirmou que a companhia não cobrará por bagagem despachada a partir de 14 de março porque precisa de um tempo a mais para estudar a medida.

Azul

A Azul deverá anunciar sua definição sobre a medida até a próxima semana.

Medida “Low Cost”

Na última quinta-feira, 2, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, disse que o objetivo do governo, ao adotar a medida, foi criar um mercado de serviço aéreo de baixo custo, o chamado “low cost”, no Brasil e o fim da franquia de bagagens será revisto se não resultar em redução de preços.

Com informações do G1.

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