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Justiça norte-americana aguarda a análise de nova proposta e mantém aviões da Varig.

A Corte de Falências de Nova York decidiu neta terça-feira(13) aumentar o prazo da liminar que protege os aviões e turbinas da Varig de apreensão até o dia 21 de junho.

Essa decisão foi tomada pelo juiz Robert Drain que considerou a nova proposta de compra da empresa no valor de US$ 450 milhões.

A nova oferta é praticamente o mesmo oferecido pelo TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) durante leilão realizado na semana passada. O valor, no entanto, seria pago em dinheiro e o comprador, ainda não identificado, estaria pronto para fazer o depósito de US$ 75 milhões necessário para assegurar a continuidade das operações da empresa, conforme estabelecido no edital do leilão.

A proposta contempla as condições impostas pelo juiz Luiz Roberto Ayoub, que cuida do caso Varig no Brasil, para que o TGV comprasse a empresa aérea.

Ontem o juiz confirmou que só a aceitará a proposta caso o grupo de funcionários consiga enquadrá-la no edital do leilão. Os funcionários ofereceram pagar R$ 500 milhões do R$ 1,01 bilhão da proposta em debêntures (títulos de dívida privada) e lucros futuros, mas o edital só previa pagamentos em dinheiro ou créditos a receber da Varig.

O magistrado também deu até o meio-dia de amanhã para que o TGV mostre que possui mesmo R$ 225 milhões em créditos a receber da Varig e R$ 285 milhões em dinheiro para concretizar o pagamento.

Caso a proposta do TGV seja recusada, o juiz poderá receber novas ofertas, o que incluiria essa de US$ 450 milhões em dinheiro.

Justiça norte-americana

Empresas de leasing travam uma queda de braço na Justiça norte-americana na tentativa de recuperar a frota alegando falta de pagamento da companhia aérea brasileira. A decisão do juiz norte-americano dá mais fôlego à Varig, que não tem aviões próprios.

Na última sexta-feira(9), a juíza Karla Moskowitz, da Suprema Corte do Estado de Nova York, determinou que a Varig parasse de operar 7 areonaves da Boeing a partir desta terça-feira e os devolvesse no dia 1º de julho.

A Varig informou na semana passada que não iria recorrer da decisão da juíza por esperar decisão favorável de Drain.

Desde sábado, a empresa tem cancelado ao menos 16 vôos por dia devido à “necessidade de manutenção de alguns aviões”.

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Gazeta Admininstrator
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