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Inc?dio em aeroporto de Amsterd?mata 11 pessoas

Ao menos 11 pessoas morreram e outras 15 ficaram feridas na madrugada desta quinta-feira em um inc?dio de celas para deportações de imigrantes ilegais e contraventores na Holanda, localizadas no Aeroporto Amsterdam-Schiphol, anunciou em uma entrevista coletiva o prefeito da cidade de Schiphol, Michel Bezuijen.

“Muitos seguran?s e policiais figuram entre os feridos”, afirmou o bombeiro Kokki Torenspits, encarregado de filmar a intervenção para apagar o fogo e socorrer as v?imas.

Entre os 15 feridos est? seis detidos, seis policiais, dois agentes de seguran? e um oficial encarregado do centro de detenção.

uatro pessoas continuavam hospitalizadas na manh?desta quinta-feira, entre elas uma est?em estado grave.

“As 11 pessoas que morreram eram detentos”, afirmou Bezuijen em uma entrevista coletiva junto a autoridades da pol?ia, bombeiros e oficiais do Minist?io da Justi? no aeroporto, que fica a 10 quil?etros de Amsterd?

O inc?dio teve in?io pouco depois da meia-noite por raz?s desconhecidas, e s?foi apagado ? 2h da madrugada (10h desta quarta-feira, no hor?io de Bras?ia). At?o momento n? est?claro o que teria causado o fogo.

As celas do Aeroporto de Amsterdam-Schiphol continham principalmente as chamadas “mulas”, pessoas detidas quando tentam entrar no pa? com drogas, ou imigrantes que tentaram entrar ilegalmente na Holanda.

Ao menos 350 detidos estavam nas celas na noite desta quarta-feira, incluindo 43 no bloco que pegou fogo, que fica a quatro quil?etros dos terminais do aeroporto internacional.

Ap? o fim do inc?dio, alguns detidos voltaram para as celas e outros foram transferidos para uma pris? vizinha. Os detidos sem ferimentos foram conduzidos a celas intactas ou ao Campo Zeist, perto de Utrecht (centro), ap? serem fichados. Um ter? das celas, o equivalente a cerca de 50 metros do pr?io, foi destru?o, segundo Torenspits.

O acesso ao aeroporto ficou suspenso at?o amanhecer desta quinta-feira para facilitar o acesso de ambul?cias.

Falha

Um dos sobreviventes deu um depoimento ?uma r?io local –sem se identificar– dizendo que os guardas “falharam” ao manter os detidos presos mesmo depois que o alarme de inc?dio tinha come?do a tocar.

Segundo ele, todos os presos “gritavam” para serem libertados, mas n? foram atentdidos. Autoridades disseram, entretanto, que os servi?s de emerg?cia agiram “rapidamente” logo ap? o aviso de inc?dio.

Um grupo europeu pelos direitos dos prisioneiros, EORG, j?afirmou que vai abrir a sua pr?ria investigação.

Fot?rafos da imprensa que estiveram no local contaram que o teto das celas n? ag?ntou, mas as paredes foram pouco afetadas.

or precaução, ao menos um avi? estacionado nas imediações do centro foi retirado do local.

Tr? prisioneiros foram presos ao tentar escapar e o porta-voz da Promotoria disse que n? havia como ter certeza ainda se outros tiveram sucesso em poss?eis tentativas de fuga.

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Gazeta Admininstrator
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